Hamilton revela novo problema de freios antes de incêndio e alerta: “Está chegando ao ponto em que é mais do que azar”
Um incêndio no carro da Mercedes tirou Lewis Hamilton do treino classificatório para o GP da Hungria ainda no Q1. Como resultado, o vice-líder do campeonato terá de largar na última fila em um dos circuitos mais travados da temporada
Lewis Hamilton, de novo, não passou do Q1. Depois de virar vítima de um disco de freio quebrado na semana passada em Hockenheim, o inglês sequer conseguiu marcar tempo no treino classificatório deste sábado (26) na Hungria. No fim de sua primeira tentativa na sessão, a Mercedes começou a pegar fogo e o obrigou a encostar.
Como Pastor Maldonado, também com problemas mecânicos, foi capaz de dar apenas uma volta, Hamilton terá de começar o GP da Hungria na 21ª posição às 9h (de Brasília) deste domingo.
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E o piloto não ficou nada satisfeito, aproveitando para cobrar a equipe pelo ocorrido. Hamilton acredita que não dá mais para falar em azar diante dos diversos problemas que vem enfrentando na temporada.
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“Eu acho que está chegando ao ponto em que é mais do que azar. Precisamos fazer melhor”, disse às emissoras de TV britânicas na zona mista de imprensa montada pela FIA em Hungaroring.
“Eu tinha desistido daquela volta e ia fazer uma segunda volta, então algo aconteceu com os meus freios. Algo no sistema de freios falhou. Tive de mexer em alguns sistemas e o motor simplesmente morreu”, descreveu.
“Estava bem na entrada do pit-lane, então pensei que poderia voltar no embalo, mas então olhei pelo retrovisor e vi que estava pegando fogo. Estava pegando fogo, mas ainda estava tentando ir para a garagem. Pensei que ainda poderíamos fazer algo. Então disseram ‘pare, pare, pare’. Tudo é muito ruim”, completou Hamilton.
Líder do campeonato com 14 pontos de vantagem, Nico Rosberg se viu com caminho livre depois do lance para anotar a sexta pole-position na temporada 2014, a terceira consecutiva.
Quatro vezes vencedor do GP da Hungria, Hamilton havia liderado todos os três treinos livres do fim de semana. Ele não sabe o que é marcar uma pole desde o GP da Espanha. E, no traçado húngaro, apenas duas vezes um piloto que largou fora das duas primeiras filas conseguiu vencer — Nigel Mansell, que largou em 14º em 1989, foi o que conquistou a vitória mais improvável no circuito.
O GRANDE PRÊMIO cobre 'in loco' o GP da Hungria, 11ª etapa do Mundial de F1, com a repórter Evelyn Guimarães. Para acompanhar todo o noticiário, clique aqui.
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