Ainda sem pontuar em 2014, chefe da Sauber fala em superar Marussia, mas prega respeito aos times rivais
Em entrevista à publicação britânica ‘Crash.net’, Monisha Kaltenborn, chefe da Sauber, pregou respeito aos times rivais e afirmou que as equipes precisam estar sempre atentas ao que acontece na garagem vizinha
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A Sauber não vive uma temporada fácil em 2014. Além da crise financeira que a acompanha nos últimos anos, o time suíço errou a mão no primeiro bólido da era dos V6 turbo e ainda não conseguiu pontuar na atual temporada da F1.
Após oito etapas, a Sauber tem como melhor resultado no ano um 11º lugar conquistado por Adrian Sutil ainda no GP da Austrália, prova que abriu a temporada. Assim, o time aparece na décima colocação do Mundial de Construtores, à frente apenas da Caterham, que tem a última posição.

Monisha Kaltenborn reconheceu temporada difícil da Sauber, mas se disse confiante em pontuar (Foto: Getty Images)
Além de não ter pontuado, a Sauber ainda se vê atrás da Marussia, uma das equipes mais jovens da F1. No GP de Mônaco deste ano, Jules Bianchi recebeu a bandeirada na nona colocação, somando seus primeiros pontos – e os do time também – na F1.
Ciente da situação, Monisha Kaltenborn, chefe da Sauber, se disse confiante na melhora do desempenho da equipe e, mesmo esperando superar a Marussia, pregou que todos os times devem ser respeitados.
“Estou confiante de que vamos pontuar”, disse Kaltenborn. “Mas, por respeito a todos os times aqui – pois é preciso de muita coisa para estar entre os 11 times que estão aqui – você sempre tem que ter cuidado com as pessoas ao seu redor”, defendeu.
“Não importa o tempo que eles estão aqui e o que fizeram antes, acho que você sempre tem que olhar para os outros e garantir que você não será pego de surpresa”, ponderou Monisha.
Ainda, Kaltenborn lamentou o abandono de Esteban Gutiérrez em Mônaco, quando o mexicano ocupava o décimo posto, e reconheceu que a Sauber já perdeu muitas oportunidades na temporada.
“Acho que uma grande oportunidade estava lá, em Mônaco, mas isso é um assunto muito importante para nós, porque simplesmente eleva a moral”, frisou. “Somos um time com muito tempo de F1 – tivemos temporadas boas e ruins –, mas você precisa desse tipo de situação talvez para acender aquela faísca e agir, e é por isso que nós temos que continuar buscando. Não é fácil, mas temos continuar com essa meta”, completou a dirigente.
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