Haas já pensa na dupla de pilotos e manifesta desejo de contar com jovem norte-americano na futura equipe na F1
Gene Haas manifestou o desejo de ter em sua futura equipe na F1 um piloto norte-americano, ao lado de um competidor mais experiência. O dirigente, entretanto, alertou que o talento vai pesar mais que a nacionalidade
Depois de dizer que Danica Patrick é um nome interessante para integrar a equipe que está formando para disputar a F1, Gene Haas foi mais longe ao falar de seus planos quanto aos pilotos que deseja ver guiando seus carros na maior categoria do automobilismo mundial.
O dirigente afirmou que busca um jovem norte-americano para fazer dupla com outro piloto mais experiente, mas que isso só vai acontecer se encontrar o competidor certo. Haas não deseja ver um nome na pista que possa envergonhá-lo diante do investimento que pretende faze no novo projeto.

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Embora esteja agora focado em garantir uma parceria técnica com alguma fabricante atual da F1, o empresário da Carolina do Norte já pensa na futura dupla de pilotos, por isso já avisou que o talento vai pesar mais que a nacionalidade. "O posto de número 1 certamente será ocupado por um piloto que já está na F1 e que tenha experiência com o pacote atual de motor e chassi", disse o dono de equipe também na Nascar, em entrevista ao site da revista inglesa 'Autosport'.
"Seria ótimo se pudéssemos colocar um norte-americano lá. Ou seja, seria um americano em uma equipe americana correndo em um campeonato europeu. Isso seria fenomenal", celebrou. "Mas temos de ser flexíveis também", alertou. "Realisticamente, a primeira coisa é ter certeza de que o piloto não vai nos envergonhar, temos de chegar prontos e preparados para correr", explicou.
"Nós não queremos ficar muito tempo na parte de trás do grid. Nós queremos disputar essas corridas de forma competitiva e ir melhorando prova a prova", completou.
Ao falar, então, de desempenho, Haas lembrou Caterham e Marussia, as duas equipes de menor competitividade do Mundial, e disse que o fato de ambas ainda lutarem para sair do fundo do grid apenas prova o quanto a F1 pode ser difícil. "É por isso também que adiamos a decisão por um ano, porque precisamos de mais tempo para montar um forte grupo de pessoas. Nós vamos ter o nosso tempo nos próximos meses e vamos nos certificar de que temos as pessoas certas ao nosso redor", concluiu.
O único norte-americano envolvido com a F1 no momento é Alexander Rossi, piloto de testes da Caterham. Rossi recentemente assumiu o carro malaio durante o primeiro treino livre para o GP do Canadá.
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