Hamilton lamenta clima ruim em Barcelona e explica: “É difícil confiar nas mudanças que se faz no carro”

Terceiro colocado nos testes deste sábado (21), Lewis Hamilton lamentou que o clima ruim em Barcelona tenha dificultado o trabalho neste terceiro dia de exercícios. O britânico destacou quilometragem feita pela Mercedes em Montmeló, mas ressaltou que ainda é cedo para dizer que os problemas de confiabilidade ficaram no passado

Lewis Hamilton completou o terceiro dia da segunda bateria de testes da pré-temporada 2015 da F1 na terceira colocação. Neste sábado (21), o bicampeão registrou um total de 97 voltas, a melhor delas em 1min26s142, e ficou a 1s794 de Pastor Maldonado, que ficou com a liderança do treino graças à aposta nos pneus supermacios na parte da tarde.
 
Após a sessão, Hamilton lamentou que o clima tenha impactado o trabalho em Montmeló e afirmou que é difícil confiar nas mudanças feitas no carro quando as condições estão longe das ideais. 
Lewis Hamilton afirmou que é cedo para saber se Mercedes resolveu problemas de confiabilidade (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
“A cada ano parece que os testes ficam mais curtos”, comentou Lewis. “Hoje o tempo não estava bom, os pneus não funcionavam do jeito que conhecemos, então é difícil confiar nas mudanças que se faz no carro”, explicou. 
 
Mesmo dominante ao longo da temporada 2014, a Mercedes sofreu com alguns problemas de confiabilidade. Na visão de Hamilton, entretanto, ainda é cedo para dizer se este é um problema que foi deixado para trás.
 
“Acho que é muito cedo para dizer, mas temos conseguido uma ótima quilometragem, e essa tem sido a intenção”, avaliou. “Toda vez que venho para os testes, a mesma pergunta é feita, e é realmente difícil saber”, comentou. 
 
“Acho que vamos ter algumas impressões a mais na próxima semana, quando trouxerem as atualizações para a primeira corrida”, concluiu.
 

A bateria de treinos em Barcelona segue com o último dia neste domingo com cobertura 'in loco' do GRANDE PRÊMIO.

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O SEGUNDO ROSTO

A proibição da FIA dos pilotos trocarem a pintura de seus capacetes durante a temporada atraiu críticos num primeiro momento, mas nem todos odiaram a medida. Felipe Massa é um daqueles que se mostrou favorável à ideia.

"O capacete é seu segundo rosto, não entendo o porquê de precisar mudar toda hora", disse, ganhando apoio do tricampeão Niki Lauda, chefe da Mercedes.

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