AlphaTauri bate martelo sobre futuro de Gasly em 2023: “Só sai se Herta vier”
Franz Tost, chefe da AlphaTauri, disse neste sábado (10) que a equipe só vai liberar Pierre Gasly se a FIA aprovar a superlicença de Colton Herta para que ele seja o substituto
O futuro de Pierre Gasly na Fórmula 1 2023 depende da liberação da superlicença para Colton Herta, e quem afirmou foi o próprio chefe da AlphaTauri, Franz Tost. Durante a coletiva de imprensa com os chefes das equipes realizada neste sábado (10), o austríaco foi questionado sobre como a dupla de pilotos para a próxima temporada e garantiu que, se Herta não for o substituto, Gasly continua na equipe.
O imbróglio começou quando o nome de Gasly passou a encabeçar a lista de candidatos à vaga de Fernando Alonso na Alpine, mesmo o francês tendo contrato com a AlphaTauri para o ano que vem. O próprio consultor da Red Bull, Helmut Marko, disse que Gasly não seria liberado, mas os taurinos começaram a mudar de ideia sob uma condição: que o substituto no time de Faenza fosse Herta.
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Acontece que o americano de 22 anos, que corre na Indy com a Andretti, ainda não possui os 40 pontos da superlicença — tem 32, e a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) até cogita acionar uma brecha no regulamento para dar ao piloto os oito pontos restantes. Mas as equipes, assim como o chefe da F1, Stefano Domenicali, são contrários à medida.

Durante este fim de semana, em Monza, Tost foi questionado pela imprensa sobre a atual situação da dupla de pilotos para o ano que vem e disse que, “no momento”, Gasly e Yuki Tsunoda vão defender a escuderia B da Red Bull. “Como disse da última vez, Pierre tem contrato conosco. E sobre Colton Herta, é uma decisão da FIA ele receber a superlicença ou não, e espero que a FIA decida isso o mais rápido possível para que saibamos como vamos definir nossa equipe para o ano que vem”, disse.
Durante os treinos livres na Bélgica, Liam Lawson, que é piloto reserva na Red Bull e membro da Academia de Pilotos da equipe austríaca, participou do TL1. Tost foi questionado sobre a possibilidade de o neozelandês assumir o lugar de Gasly, mas ele foi categórico: “Acho que, se não for Colton Herta, Pierre Gasly vai ficar e nada vai mudar.”
No centro da polêmica, Herta chegou a admitir surpresa por ainda se ver no radar da Fórmula 1 para 2023. Sobre a questão envolvendo a sua superlicença, o americano falou que entendia os dois lados, mas disse que a Indy merecia mais reconhecimento da entidade na contagem de pontos para os pilotos.
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