Ferrari culpa safety-car por queda, mas admite “pequena falta de ritmo” na Inglaterra

Depois de uma boa classificação em Silverstone, Ferrari viu o ritmo de corrida desaparecer e não foi além do nono e décimo lugares no GP da Inglaterra

Depois de uma classificação interessante, em que Charles Leclerc e Carlos Sainz conseguiram se colocar no quarto e quinto lugares do grid, respectativamente, a Ferrari despencou durante o GP da Inglaterra, realizadodeste domingo (9). Durante a corrida, inúmeros fatores jogaram contra o time italiano, mas, de acordo com Frédéric Vasseur, chefe da escuderia, a falta de ritmo e o momento da entrada do safety-car tornaram a situação ainda mais complicada.

A Ferrari se mostrou forte ao longo do primeiro stint da etapa britânica da F1. Leclerc, com pneus médios, foi capaz de segurar a pressão de George Russell, de pneus macios, na disputa pelo quarto lugar, enquanto mais atrás, Sainz se mantinha a mais de 1s à frente de Hamilton, em sexto.

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A Ferrari despencou na tabela depois do safety-car (Foto: AFP)

As coisas desandaram na altura da volta 33, quando a Haas de Kevin Magnussen teve problemas, e começou a pegar fogo. O incidente forçou a entrada do safety-car na pista, e a dupla da Ferrari, que já tinha feito a troca dos pneus, acabou sendo prejudicada. Leclerc até voltou aos boxes durante a bandeira amarela para calçar os compostos médios, mas seu ritmo nunca mais foi o mesmo.

“O plano era começar com pneus médios e depois ir para o duro, a McLaren fez a mesma estratégia.  Colocamos o pneu duro 10 voltas antes do safety-car com Charles [Leclerc], e um pouco depois com Carlos [Sainz]. Então o safety-car foi uma situação ruim para nós”, lamentou Vasseur.

Quando o carro de segurança deixou a pista, a Ferrari virou uma presa fácil das adversárias que vinham logo atrás, chegou a ser superada pela Williams de Alexander Albon e fechou o dia em nono e décimo lugar.

“Também tivemos uma pequena falta de ritmo. Talvez sejamos um pouco conservadores demais com os pneus. Estávamos esperando uma pista mais quente. Não fomos rápidos o suficiente, eu acho”, finalizou o dirigente da Ferrari.

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