Renault admite chance de reatar pré-acordo de motores com Andretti na F1
Pré-acordo estabelecia que Renault forneceria motores para Andretti caso equipe americana entrasse na Fórmula 1. O vínculo expirou por conta da demora no processo de entrada, mas os franceses sinalizam com a possibilidade de um novo aperto de mãos
A Andretti tinha um pré-acordo com a Renault para que a montadora francesa virasse a fornecedora de motores da equipe americana em caso de entrada no grid da Fórmula 1. O vínculo acabou expirando por conta da demora no processo de entrada dos americanos, mas os franceses está dispostos a refazer o acordo.
Em outubro, a FIA deu luz verde ao projeto da Andretti para se tornar a 11ª equipe da Fórmula 1, dependendo apenas de acordos comerciais com a Formula One Management para ter a entrada aprovada. A General Motors, por sua vez, já declarou a intenção de desenvolver os motores para a esquadra a partir de 2027 e 2028.
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Apesar dos vínculos estreitados de vez com a GM, a Renault ainda tem interesse em fornecer os motores caso a Andretti esteja preparada para correr já em 2025. Em reestruturação interna, os franceses produzem as unidades de potência apenas para a própria Alpine.
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“Estamos falando com Andretti e General Motors, e estamos felizes de conversar com eles. Se eles entrarem, ficaremos felizes em seguir as conversas. Como está em espera, não depende de nós. É porque o processo está muito mais longo do que o esperado”, comentou Bruno Famin, CEO interino da Alpine, ao site da revista inglesa Autosport.
Desde o rompimento com a McLaren, ao fim de 2019, a Renault tem fornecido motores apenas para a própria equipe na Fórmula 1. A partir de 2026, a Audi também se tornará fabricante no Mundial, reduzindo as opções de clientes. Famin reiterou que ficaria feliz em ajudar nos primeiros passos da Andretti.
“O que disse da última vez é que tínhamos um pré-contrato, que expirou. Então, não temos nenhum compromisso legal com eles. Mas estamos felizes em conversar e ver o que podemos fazer juntos. Se eles conseguirem entrar, é porque terão demonstrado que vão trazer muito valor agregado à F1, e que o valor do campeonato e das equipes não será diluído por conta disso”, completou Famin.
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