Ex-chefe da Racing Bulls torce para Verstappen ficar na Red Bull: “Ele é a garantia do sucesso”

Ex-chefe da Racing Bulls, Franz Tost rasgou elogios ao "talento sobrenatural" de Max Verstappen e afirmou que, "para o bem da Red Bull", torce para que entregue a ele um carro vencedor

Franz Tost é um dos que conhecem bem o talento de Max Verstappen e o quão vital para a Red Bull é o neerlandês. Por essa razão, o ex-chefe da Racing Bulls torce para que os taurinos deem a ele um carro vencedor que o convença a cumprir o contrato vigente, que só termina em 2028.

Nas palavras do ex-chefe de Verstappen na então Toro Rosso, ele é “o que garante o sucesso” da Red Bull. A questão é que Max chegou a um patamar que pode escolher a equipe que quiser no grid, e candidatos não faltam com artilharia para convencê-lo de que pode ter um equipamento mais competitivo na F1.

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Em entrevista ao portal alemão F1-Insider, Tost destacou que Verstappen é “superior aos outros em termos de velocidade natural”. Em segundo lugar, “é tão forte mentalmente que consegue colocar o talento sobrenatural em ação no momento decisivo”.

A aposta, portanto, é que as novidades que a Red Bull prepara para o RB21 surtam efeito. “A Red Bull levará uma grande atualização para Ímola para melhorar o carro de forma decisiva. Para o bem dela, vamos torcer para que isso funcione”, disse o austríaco de 69 anos.

Max Verstappen tem futuro na Red Bull cercado de rumores (Foto: Red Bull Content Pool)

“Uma coisa é certa: Max está em posição de poder escolher uma equipe. Acho que todos gostariam de contratá-lo porque ele é simplesmente 0s3 mais rápido por volta do que todos os outros — isso é uma grande vantagem. Veremos qual equipe restará no final”, acrescentou.

Em seguida, ao ser questionado em qual equipe gostaria de ver Verstappen, foi categórico: “Meu desejo é que ele permaneça na Red Bull. Porque ele é a garantia do sucesso, mais do que qualquer outro. Agora cabe à Red Bull dar a ele um carro com o qual possa vencer corridas e o Mundial”, salientou.

A preocupação, todavia, é que a Red Bull de hoje é bem diferente da do início da temporada 2024, sendo a saída do projetista Adrian Newey a mudança mais significativa, além de Rob Marshall, atualmente na McLaren, e Jonathan Wheatley, ex-diretor-esportivo que assumiu a chefia da Sauber.

Tost avaliou que “as perdas são extremas”. “Newey, Marshall, Wheatley e muitos outros deixaram grande lacuna. Portanto, a nova geração que assumiu o controle terá de compensar essas saídas nesta temporada. Precisam provar o quão bons são”, encerrou.

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