5 coisas que aprendemos com as 500 Milhas de Indianápolis, 6ª etapa da Indy 2025
Além da coroação de Álex Palou, o fracasso de Kyle Larson e a redenção de David Malukas estão entre os grandes aprendizados das 500 Milhas de Indianápolis
Não foram as 500 Milhas de Indianápolis mais emocionantes da história, mas foi uma edição bastante necessária para abafar o momento levemente conturbado que a categoria vive. De qualquer forma, Álex Palou se eternizou de vez com uma vitória das grandes e que o colocou entre os maiores da história.
E olha que a corrida sequer terminou no domingo, com as surpreendentes desclassificações de Marcus Ericsson, Kyle Kirkwood e Callum Ilott, também pegos na inspeção técnica da categoria, o que adicionou climão na festa de premiação.
Entre essas e outras, o GRANDE PRÊMIO traz os cinco aprendizados após uma prova que, não apenas colocou o catalão nos livros de história, mas praticamente encaminhou a quarta Astor Cup dos últimos cinco anos para o #10 da Ganassi. E pasmem, é apenas 28 de maio.
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Foyt, Dixon, Andretti, Unser, Mears e…Palou

Esta acima é a prateleira que Álex Palou se encontra na Indy. É óbvio que 4 títulos em 6 temporadas é o suficiente para tornar o espanhol um nome histórico da categoria, mas faltava um pouco mais. Faltava o brilho em Indianápolis que escapou por pouco em 2021. Apesar da prova não ter sido lá essas coisas, teve um vencedor muito merecido. E, agora sim, podemos discutir Álex entre os melhores de todos os tempos da categoria.
Fomos justos com David Malukas?
De fora em 2024 por conta da lesão na mão aliada com a rescisão com a McLaren, David Malukas registrou um enorme resultado com a Foyt. Deixe de lado o papo de “Indianápolis tem 1 vencedor e 32 perdedores”. O terceiro lugar com a equipe é um grande resultado, e mostra que o americano merecia mais do que a estranha saída do time papaia no passado. E Nolan Siegel, hein? Está ficando difícil.
Ainda há gás para Castroneves
Com 50 anos de idade, Helio Castroneves é abastecido pelo desejo de se tornar o único piloto a vencer a Indy 500 em cinco ocasiões diferentes. No último domingo, ele demonstrou ritmo e faltou uma classificação melhor para tentar se embolar lá na frente e caçar uma vitória. Como dono da equipe e ainda em forma, podemos crer que o brasileiro retornará no ano que vem. E talvez demore muito para se aposentar de vez.
Larson precisa levar mais a sério em 2026

Se Kyle Larson foi um destaque em 2024, não podemos falar a mesma coisa desta participação. Desde o início, muito se falou de que o foco seria em completar a Charlotte 600 por conta de todo o bafafá pela Hendrick pedir uma exceção para que o piloto pulasse a etapa no ano passado. Além de parecer não se dedicar o suficiente, Kyle foi bastante infantil ao ironizar o acidente de Scott McLaughlin na volta de apresentação. E conseguiu fazer pior. Se decidir por voltar, terá de fazer as coisas de um jeito diferente.
Penske e o karma
Depois de toda a polêmica pela classificação, a Penske sofreu uma punição praticamente divina no domingo. Scott McLaughlin sequer passou da volta de apresentação em um dos maiores vexames que Indianápolis já viu. Will Power foi um mero coadjuvante e se destacou mais por ter atrapalhado a briga pela vitória por conta do vácuo dado a Palou. Josef Newgarden vinha em recuperação exemplar até ver a confiabilidade abrir mão. Um domingo para se esquecer. Porém, muito merecido.
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