Colapinto admite dificuldade, mas insiste que é “questão de se familiarizar” com Alpine

Franco Colapinto explicou que a sensação era de estar totalmente fora de acerto com a Alpine, portanto usou a folga entre Espanha e Canadá para se dedicar ao trabalho na fábrica

O retorno de Franco Colapinto à Fórmula 1 foi muito longe do esperado pelo próprio piloto, mas ele acredita que é só uma questão de “se familiarizar” com a Alpine, já que o carro é muito diferente do da Williams. O argentino ainda destacou que tem aprendido muito com a esquadra de Enstone.

Colapinto retornou ao grid na Emília-Romanha, só que a tripleta na Europa não poderia ter sido mais dolorosa: caiu no Q1 em todas as etapas realizadas e ainda teve de lidar com erros constantes ao longo dos finais de semana. O melhor resultado foi o 13º em Mônaco.

“A rodada tripla em maio foi difícil”, começou Franco aos jornalistas em Montreal. “Os resultados não foram os que eu esperava. Imaginava fazer algum progresso depois de Ímola, mas é sempre difícil voltar à F1 depois de seis corridas fora”, acrescentou.

“Os pilotos aprenderam muito, a gerenciar os pneus, e quando você não pilota é muito difícil”, seguiu Colapinto, explicando que a bagagem adquirida na Williams o ajuda a entender que tudo é uma questão de adaptação.

Franco Colapinto voltou a errar, dessa vez no TL1 do Canadá (Foto: AFP)

“Esta é uma experiência muito diferente da que tive na Williams. Quando cheguei lá no ano passado, nunca tinha pilotado nenhum outro carro de Fórmula 1, então não podia fazer nenhuma comparação. Mas agora posso”, destacou.

“Na Alpine, estou aprendendo muito. Há muitos aspectos positivos e algumas coisas diferentes. O carro também é muito diferente de pilotar, e é só uma questão de se familiarizar com isso para ver qual é a maneira mais rápida de lidar com ele”, enfatizou.

Entre o GP da Espanha e a etapa no Canadá, Colapinto aproveitou para dedicar um bom tempo na fábrica da Alpine, alinhando o trabalho com os engenheiros e também no simulador. Foi importante, nas palavras dele, “para entender o que precisamos fazer melhor, onde nos falta ritmo e onde posso melhorar”.

“Em geral, há algumas coisas que não funcionam no nível da configuração. Eu me senti quase fora de fase com tudo: com as ferramentas do carro, com a configuração. Uma coisa estava se chocando com a outra. Depois que entendi isso, após a corrida em Barcelona, as coisas fizeram muito mais sentido para mim”, seguiu.

“É por isso que chego ao Canadá com mais confiança. Precisamos dar um passo à frente e espero que possamos fazer isso aqui”, encerrou Franco.

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SessãoBRA*CBVPOR
ANG
MOZ
Treino livre 218:0020:0022:0023:00
Treino livre 313:3015:3017:3018:30
Classificação17:0019:0021:0022:00
Corrida15:0017:0019:0020:00

*Horários em Brasília

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