Russell vê Mercedes “há dois anos” com dificuldades no calor: “Não temos respostas”
George Russell diz que o carro da Mercedes não rende no calor há pelo menos dois anos. O britânico também admitiu que a equipe ainda não encontrou uma solução definitiva para solucionar o problema
Depois de vencer no Canadá, a Mercedes sequer foi um fator na Áustria. A equipe alemã não consegue solucionar um antigo problema: a falta de desempenho em pistas com alta temperatura. George Russell comentou sobre a dificuldade que o time enfrenta há dois anos e admitiu que não sabem exatamente como contornar a situação.
O piloto do #63 nem de perto conseguiu acompanhar o ritmo dos carros da McLaren e Ferrari e finalizou o GP da Áustria em quinto lugar. Ele até chegou a liderar o TL1, quando fazia frio em Spielberg, mas logo fez calor e o rendimento do W16 caiu bruscamente. “Conhecemos as limitações do nosso carro e esses dois últimos finais de semana de corrida não poderiam ser mais claros”, iniciou Russell.
“Quando estávamos no Canadá e não tínhamos superaquecimento dos pneus, éramos os mais rápidos. Quando chegamos a pistas onde há muito superaquecimento, como Spielberg, em Ímola e Barcelona, não chegamos a lugar algum. Portanto, precisamos resolver esse problema”, salientou.
“Já faz dois anos que temos o mesmo problema. Ainda não temos muitas respostas. Temos muitas ideias. Mas precisamos nos concentrar nisso, especialmente no próximo ano, porque, no final das contas, os pneus sempre vão superaquecer”, refletiu.

“Há apenas algumas corridas no calendário em que isso não ocorra. Nós meio que colhemos essas recompensas em lugares como Las Vegas ou Canadá, Silverstone no ano passado. Mas a F1 tende a correr no verão em todos os lugares que vamos. Gostaria que fosse um campeonato de inverno!”, brincou.
No entanto, o diretor de engenharia da Mercedes, Andrew Shovlin, acredita que o último GP esclareceu os problemas que eles estão encontrando. “As altas temperaturas aqui mostraram onde está nosso ponto fraco novamente, e vamos nos esforçar muito para resolver isso nas próximas corridas”, explicou.
“Depois de ter tantas dificuldades em corridas quentes, agora temos uma melhor compreensão de onde estamos e o que precisa ser feito para ter um desempenho melhor”, encerrou.
A Fórmula 1 retorna neste fim de semana, de 4 a 6 de julho, em Silverstone, 12ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO estará IN LOCO em Silverstone para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Leonid Kliuev.
GP da Inglaterra de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
| Sessão | BRA* | CBV | POR ANG | MOZ |
| Treino livre 1 | 08:30 | 10:30 | 12:30 | 13:30 |
| Treino livre 2 | 12:00 | 14:00 | 16:00 | 17:00 |
| Treino livre 3 | 07:30 | 09:30 | 11:30 | 12:30 |
| Classificação | 11:00 | 13:00 | 15:00 | 16:00 |
| Corrida | 11:00 | 13:00 | 15:00 | 16:00 |
*Horário de Brasília
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