5 coisas que aprendemos com o GP de Toronto, 13ª etapa da Indy 2025
Pato O'Ward é a esperança de que o pulso ainda pulsa na Indy 2025, enquanto Penske segue calvário e Rinus VeeKay ganha um lugar ao sol com Dale Coyne
O pulso ainda pulsa? Ao menos é o sentimento que a McLaren tenta se agarrar depois da vitória de Pato O’Ward no GP de Toronto da Indy. Com o segundo triunfo na temporada aliado a Álex Palou fora do pódio, o mexicano conseguiu encurtar a distância para o espanhol, que ainda sustenta firmes 99 pontos de frente com quatro corridas restantes para o fim.
Ainda deu tempo de mais um show de azar da Penske e um pódio completamente improvável formado por Kyffin Simpson e Rinus VeeKay nas ruas do Exhibition Place.
O GRANDE PRÊMIO separou os 5 aprendizados com o GP de Toronto da Indy:
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O’Ward: será que o pulso ainda pulsa?
Mais do que a vitória no GP de Toronto, Pato O’Ward conseguiu ceifar boa parte da vantagem de Álex Palou na liderança do campeonato, cortando de 129 para 99 pontos. O complicado para o mexicano é que parece tarde demais para uma arrancada. Como proceder daqui para frente? Tentar o melhor e torcer para que o azar volte a acontecer para o espanhol. Uma nova porrada de 30 pontos seria um cenário curioso.
Nem tudo na Ganassi é perfeito
Teve um certo momento do último domingo em que até parecia que a Ganassi daria um novo golpe com Álex Palou e Scott Dixon, mas não deu. Nem sempre a amarela vai cair na janela certa, e o espanhol terminou a prova no Canadá com uma rara ausência no top-10. É bom para aprendermos que nem tudo na Indy parece roteirizado em prol de Chip Ganassi. O título ainda parece seguro para o espanhol.
VeeKay pede passagem
E dois anos depois, lá está a Dale Coyne no pódio de novo. É impressionante o trabalho de Rinus VeeKay com a equipe. A cada dia que passa, a Carpenter precisa se arrepender mais por ter deixado o neerlandês ter ido embora. Ao mesmo tempo, é um sujeito que definitivamente merece um carro melhor para estar mais à frente e brigar por vitórias. Olho nele.
Penske: é impossível
O que falar da Penske 2025? Parece impossível descrever. Scott McLaughlin teve a prova encerrada com menos de cinco voltas por um simples erro de encaixe de roda no pit-stop. Pela forma com que a corrida se desenvolveu, tinha potencial de pódio. Tudo no lixo. E Josef Newgarden? Se encaminhava para bons pontos até se envolver em um acidente com JACOB ABEL. Tem certas coisas que são absolutamente inexplicáveis.
Simpson não é pagante
Enquanto Scott Dixon e Alex Palou foram traídos pela estratégia da Ganassi e uma bandeira amarela em timing errado, sobrou um pódio no colo de Kyffin Simpson. Mesmo que o carro seja muito bom, é importante reiterar que o caimanês tem provado aos pontos a condição que tem de estar na Indy. E, é claro, sempre importante reiterar a pouca idade. Tem muito a encarar pela frente. Tem futuro.
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