Às vésperas de estreia no endurance em Daytona, Alonso ressalta imprevisibilidade e se diz “pronto para se divertir”

Fernando Alonso não esconde a ansiedade pela proximidade da sua estreia nas 24 Horas de Daytona, prova que acontece entre sábado (27) e domingo. O bicampeão mundial de F1 lembrou que o endurance é muito diferente da categoria onde compete regularmente porque não há como “saber o resultado até que chegue a última volta”

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Está chegando a hora. Depois dos testes realizados no primeiro fim de semana de 2018 em Daytona, Fernando Alonso já está novamente na Flórida para fazer sua estreia no Endurance. E não é em uma prova qualquer, mas nas 24 Horas de Daytona, uma das mais emblemáticas e icônicas corridas do esporte a motor. O bicampeão mundial de F1 teve a chance graças a Zak Brown, diretor-executivo da McLaren e dono da United Autosports, equipe que vai alinhar na prova na categoria LMP2.

 
Alonso não esconde a ansiedade com a proximidade da estreia em Daytona. O espanhol vai guiar um Ligier JS P217 ao lado de Lando Norris, reserva da McLaren, e Phil Hanson. A classificação está marcada para a próxima quinta-feira, enquanto a largada das 24 Horas de Daytona está prevista para 17h40 (horário de Brasília) de sábado, com transmissão de trechos da prova pelo canal por assinatura Fox Sports 2.
Fernando Alonso não esconde a ansiedade pela estreia no endurance com a disputa das 24h de Daytona (Foto: Reprodução/Twitter)
“É uma das corridas mais icônicas em que qualquer piloto quer participar ao menos uma vez na vida. A chance chegou neste ano graças à United Autosports e Zak Brown, de modo que tomei a decisão de vir para cá e disputar minha primeira corrida de endurance. Estou pronto para me divertir”, garantiu Alonso em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.
 
O fato é que uma das características do endurance que mais chama a atenção de Alonso é a imprevisibilidade. Cenário totalmente diferente do que está habituado na F1.
 

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“É uma corrida e tudo pode acontecer. Não há nada exatamente matemático em resultado algum. Não se pode comparar com a F1 porque é diferente, porque na F1 mais ou menos você sabe dos resultados antes de começar a corrida”, salientou o piloto de 36 anos.

 
“Na F1, você sabe que os carros mais rápidos vão fazer a pole, quem vai estar no pódio, sabe mais ou menos quem vai terminar nos pontos. Nas corridas de endurance ou nas 500 Milhas de Indianápolis, você pode ter uma ideia de quem vai ser rápido, mas jamais saberá o resultado até que chegue a última volta. De modo que é isso que nos faz ter esperança em nós mesmos e em nossos fãs até a bandeira quadriculada”, concluiu o bicampeão mundial de F1.

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