Estreante em Le Mans, Kanaan fala de relação com Alonso e revela: “Acredito que ele virá no ano que vem”

Tony Kanaan estreitou amizade com Fernando Alonso após estreia do espanhol nas 500 Milhas de Indianápolis nesta temporada

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Mesmo aos 42 anos e com imensa experiência automobilistica, Tony Kanaan é um dos novatos dessa essa edição de Le Mans. A situação é parecida com a vivida por Fernando Alonso há algumas semanas, quando o bicampeão mundial foi tratado pelo mesmo termo na Indy 500. A denominação para o brasileiro não é algo ruim, mas soa estranho pelo tempo nas competições.
 
"É uma experiência muito boa [ser um novato veterano]. Lembro-me que Alonso disse no mês passado como é difícil a essa altura da carreira e com minha idade ser chamado de rookie. E o mesmo eu disse para ele, depois de conquistar dois Mundiais te falarem que é um 'rookie'. Mas não, eu gosto muito. É uma corrida em que eu queria participar na vida", disse o brasileiro ao site espanhol 'SoyMotor.com'.
 
A relação de Kanaan com Alonso se estreitou muito depois que o espanhol optou por correr a Indy 500 deste ano. E para o brasileiro, o bicampeão teria a sensação de uma criança se aproveitasse para competir em Le Mans também.
 
"Não tenho falado com Alonso por esses dias, pois estou muito ocupado. Falei com ele duas vezes na semana passada e com certeza vamos conversar. Mas quando anunciamos a vinda a Le Mans antes de Indianápolis, ele já disse que iria me ligar para perguntar como era. Ele tinha que estar aqui neste ano, mas acredito que virá no ano que vem", contou.
Fernando Alonso e o novo amigo, Tony Kanaan (Foto: Instagram)

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Com uma carreira consolidada nos Estados Unidos, Kanaan entende que o número de torcedores da Indy na Europa não chega aos pés de outras categorias disputadas no continente, mas mesmo assim se surpreendeu com a quantidade de fãs existentes.
 
"A última vez que competi na Europa faz muito tempo. Mas eu gosto muito, porque não sabia da existência de tantos fãs aqui. E agora, depois das 500 Milhas, na Espanha eu tenho uma base de fãs que é muito maior", disse.
 
O brasileiro chega para a prova de Le Mans após os polêmicos acidentes da etapa do Texas na Indy. Apesar disso, está focado na positiva experiência de correr a famosa prova, mesmo que o momento não seja dos melhores.
 
"Trabalho com cinco mecânicos que tenho na Indy desde muitos anos e já conhecia eles, porque corri as 24 horas de Daytona. É uma experiência muito boa. O primeiro contato com o circuito tem sido difícil, muito difícil. Não tive muito tempo no simulador, digamos que 15 voltas em dois dias, o que não é muito, é um circuito difícil. Mas o carro estava muito bom e depois de oito ou nove voltas já estava mais confortável", completou o brasileiro.
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