Farfus lamenta problema elétrico em Daytona, mas destaca carro competitivo e resume: “Satisfeito”

Problema elétrico ainda na primeira parte das 24 Horas de Daytona fez com que o conjunto formado por Augusto Farfus, Markus Palttala, Paul Dalla Lana e Dane Cameron perdesse cinco voltas em relação aos líderes. Quarteto colocou o BMW Z4 GTD #94 na sétima colocação na categoria GT Daytona

Dez anos após a estreia, Augusto Farfus voltou neste fim de semana as 24 Horas de Daytona. Antes de iniciar a pré-temporada do DTM, o curitibano foi aos Estados Unidos para compor o conjunto da Turner a bordo do BMW Z4 GTD de número 94.
 
Formando um quarteto com Markus Palttala, Paul Dalla Lana e Dane Cameron, Farfus viu sua esperança de pódio terminar ainda nas primeiras horas da disputa, quando uma falha elétrica no BMW Z4 fez o conjunto perder cinco voltas em relação aos líderes, por conta do tempo nos boxes para reparos. 
Farfus disputou as 24 Horas de Daytona pela segunda vez na carreira (Foto: BMW)
Escolhido para fechar a prova, Augusto também foi o piloto a cravar a volta mais rápida entre o quarteto da Turner. Já em seu último turno, o piloto do DTM aproveitou a 612ª volta para anotar 1min48s457. No total, o carro #94 completou 659 voltas, com 25 pit-stops, assegurando o 25º posto na classificação geral e o sétimo na divisão GT Daytona, a mais numerosa do grid.
 
Na disputa da GTD, a vitória ficou com a Ferrari F458 Italia de Alessandro Pier Guidi, Townsend Bell, Bill Sweedler, Scott Tucker e Jeff Segal. Na classificação geral, o triunfo ficou com o Corvette DP guiado por Christian Fittipaldi, João Barbosa e Sébastien Bourdais.
 
“É sempre bom chegar ao fim de uma corrida de 24 horas”, comentou Farfus. “Infelizmente tivemos um problema elétrico nas primeiras cinco horas de prova, perdemos cinco voltas em relação ao líder e não conseguimos tirar essa desvantagem”, lamentou. 
 
“Entretanto, tivemos um carro competitivo em toda a prova e, não fosse por esse problema, fatalmente teríamos chegado ao fim da prova em condições de lutar pela vitória, que era nosso objetivo aqui”, ponderou. “De qualquer forma, terminar em sétimo é um grande resultado porque reflete o nosso trabalho. Durante esse tempo guiei por quase dez horas, então estou exausto, mas satisfeito”, concluiu. 

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