Incrédulo com abandono que tirou vitória certa em Le Mans, trio do Porsche #1 define situação: “Esse ano não era para ser”

O destino foi cruel com Andre Lotterer, Neel Jani e Nick Tandy, os membros do #1 da Porsche. Uma dezena de voltas de vantagem e desfilando para uma vitória fácil, o carro teve um problema na pressão de óleo. A glória que aguardava na chegada se tornou pesadelo rapidamente

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

Quando as 24 Horas de Le Mans chegaram a sua metade, ainda na noite do último sábado, ficou claro que apenas um acidente tiraria a vitória do Porsche #1. Afinal, o #2 havia tido problemas e estava muitas voltas atrás enquanto os três carros da Toyota haviam sofridos problemas separados por apenas alguns minutos. Era o #1 ou um LMP2. Mas a vantagem de uma dezena de voltas se desfez nas primeiras horas da manhã deste domingo (18). Um problema com a pressão de óleo foi diminuindo a velocidade até tirar de combate o trio favorito.

 
Para os pilotos, que acabaram vendo a vitória geral cair nas mãos dos P2 e ser resgatada pelo outro carro da equipe, que esteve 17 voltas atrás deles próprios, é um desfecho cruel para o que parecia um domingo glorioso.
 
Piloto que estava no volante no momento da falha do carro, Andre Lotterer comentou que o trio estava guiando o #1 com muita calma para levá-lo para casa com a vitória. E nem isso foi o bastante. "Estávamos guiando de forma conservadora, mas a pressão do óleo caiu. Abandonar a corrida desse jeito é difícil, mas isso é Le Mans. É uma pena, muito triste. Quase inacreditável. Tentei trazer o carro de volta só com a bateria, talvez pudéssemos fazer alguma coisa nos pits, mas é difícil quando seu motor te mata", afirmou.
Porsche que liderava a prova para com problemas na pressão do óleo (Foto: Reprodução)
Neel Jani e Nick Tandy pareciam mais conformados. De fato, ao que parece, não era para Le Mans ser do #1 em 2017.
 
"Tentamos levar o carro para casa cuidadosamente, mas não era para ser. Mentalmente os stints eram duros de qualquer forma, porque quando você não vai até o limite muitas coisas e pensamentos aparecem", contou Jani. "Ano passado tivemos a sorte ao nosso lado, mas não foi o caso neste ano", seguiu.
 
"Houve tanto incidente nessa corrida, é inacreditável", falou Tandy. "Tinha muito detrito na pista, foi difícil cuidar do carro e evitar furos de pneus, por exemplo. Eu fiquei atento para ouvir qualquer ruído estranho no carro como nunca antes e tudo parecia estar OK", encerrou.
 
Mesmo os vencedores se mostraram empáticos. Earl Bamber, membro do #2, disse que foi "difícil de acreditar". De fato, foi. No fim das contas, a corrida terminou numa recuperação épica de Bamber e companhia. E com dois carros LMP2 no pódio.
 
O CANADÁ É PARA HAMILTON O QUE MÔNACO FOI PARA SENNA?

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height:
0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute;
top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube