Testando com Porsche, Montoya despista sobre participação nas 24h de Le Mans: “Nem falamos sobre isso”

Juan Pablo Montoya, líder dos testes coletivos do WEC no Bahrein com a Porsche, exaltou que ainda não existe nada concreto sobre uma participação nas 24h de Le Mans de 2016. Mas indicou: se aparecer a oportunidade, talvez o piloto da Penske na Indy aceite

O Porsche LMP1 do Mundial de Endurance deixou a melhor das impressões em Juan Pablo Montoya, que pilotou o bólido neste domingo (22). Mas o colombiano, atual piloto da Penske na Indy, é cauteloso: o teste no Bahrein não significa que uma aventura em Le Mans seja fato consumado.
 
“Para ser honesto, nem falamos sobre isso. Não sei, eu estou muito feliz com a Indy, com minha equipe e tudo. Eu acho que muitas pessoas assumem isso, pensando que, ao fazer esse teste, eu farei Le Mans. Mas nem falamos sobre isso”, contou Montoya.
 
Rumores apontam que Montoya seria convocado para pilotar o terceiro Porsche que a equipe alinha nas 24h de Le Mans. Nico Hülkenberg, piloto e vencedor da prova com o bólido alemão, não vai poder participar da lendária competição em 2016 por um conflito de datas.
Juan Pablo Montoya testou Porsche campeão neste domingo no Bahrein (Foto: Reprodução/Porsche)
Apesar de negar qualquer acerto com a Porsche, Juan Pablo admite que tentar vencer a prova francesa – única que falta para a Tríplice Coroa do automobilismo – é uma ideia interessante.
 
“Acho que seria uma corrida legal. Seria algo diferente e vencer lá seria legal. Se eu tiver a oportunidade para tentar, por que não?”, indagou.
 
“Em algum ponto eu acho que seria legal fazer isso. Sou um cara que correu com tudo, seria uma experiência legal. Mas se você fizer Le Mans, tem que ser em um carro desses. Não estou interessado em fazer com um GT ou carro menor”, prosseguiu.
 
Mas enquanto a Porsche não oferecer a vaga, tudo deve seguir no campo da imaginação.
 
“Por causa de toda a experiência e de estar em carros velozes, sim, seria legal. Hoje, não posso afirmar. Estaria mentindo ao dizer que tenho alguma ideia”, frisou.
 
Mas, se receber uma proposta, Montoya não descarta um envolvimento maior com o WEC. Pensar em uma temporada completa no certame não seria loucura.
 
“Não sei, se eles me quisessem, talvez. Uma coisa é o que você quer, outra coisa é o que você tem. Pergunte a qualquer um na GP2 o que eles querem e 70% vai querer F1 e 30% vai dizer isso aqui”, comparou.
A Porsche garantiu o título no Campeonato de Pilotos neste fim de semana (Foto: Reprodução/Twitter)
“Em algum momento, se estiver disponível no futuro, é algo que você pode considerar. Neste ponto da minha carreira, faço as coisas por amor, não preciso estar correndo. Gosto de vencer e acabar com outras pessoas, é isso. Simples”, avaliou.
 
A grande experiência de Montoya com corridas de longa duração foi nas 24h de Daytona, que disputou quando ainda tinha um contrato com a Ganassi, onde corria na Nascar.
 
“Daytona foi fácil. Este carro é muito diferentes dos protótipos de Daytona que eu pilotava. Eu falava para as pessoas, não de um jeito negativo, que era como um kart indoor. Tinha um pouco de torque, você podia sair de traseiro e era previsível. Mas era difícil, já que os GTs seguiam melhorando, era difícil ultrapassar”, recordou.
 
As 6h do Bahrein deste fim de semana coroaram Mark Webber, Timo Bernhard e Brendon Hartley como campeões do WEC, apesar dos vários problemas que acometeram o Porsche #17.
 

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