Abu Dhabi é palco da decisão do título da temporada 2016 da F1. Confira as chances de Rosberg e Hamilton

Nico Rosberg e Lewis Hamilton estão separados por 12 pontos. Com nove vitórias e líder na classificação, o alemão da Mercedes surge como grande favorito a levar a taça em 2016. Ao filho de Keke, basta apenas um terceiro lugar para ficar com o título da F1 no GP de Abu Dhabi

 

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Nico Rosberg e Lewis Hamilton vão desembarcar em Abu Dhabi para o derradeiro duelo pelo título da F1 em 2016. Separados por 12 pontos, a vantagem está toda do lado do alemão, que precisa de apenas um terceiro lugar para conquistar pela primeira vez a tão sonhada taça da maior das categorias do automobilismo. A vida de Nico foi facilitada por só restarem 25 pontos em jogo.

 
Só que Rosberg foi um piloto mais consistente que o rival Hamilton nesta temporada e também viveu menos problemas de confiabilidade ou acidentes. Em 19 etapas disputadas até o momento, o #6 da Mercedes obteve nove vitórias e foi ao pódio mais seis vezes. E teve apenas um abandono, quando se chocou com Lewis ainda na largada do GP da Espanha. Portanto, a bem-sucedida campanha agora coloca o filho de Keke na liderança, com 367 pontos. 
 
Hamilton, por sua vez, vem em uma situação mais complicada. O tricampeão viveu um 2016 conturbado e marcado por falhas do carro da Mercedes, acidentes e erros. Lewis enfrentou também largadas ruins e esteve atrás até pouco antes da metade da temporada – a diferença chegou a ser de 43 pontos após a polêmica etapa espanhola. Foi graças a uma sequência de vitórias  –  entre os GPs de Mônaco e Alemanha, só não venceu em Baku neste meio – que conseguiu roubar pontos importantes e, quando a F1 parou para as férias do verão europeu, era Lewis quem aparecia na frente, com uma vantagem de 19 pontos para o germânico
Nico Rosberg é o grande favorito à taça na F1 (Foto: Mercedes)

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A série de triunfos, o domínio imposto sobre o adversário, especialmente depois do imbróglio entre ambos na volta final do GP da Áustria, colocou Hamilton como favorito ao Mundial. Mas Rosberg soube reagir e usou bem os problemas enfrentados pelo oponente ao longo do campeonato – em Spa, por exemplo, Lewis foi punido pela troca de peças do motor e Nico venceu a prova com facilidade. Uma semana depois, o inglês largou mal em Monza e o alemão faturou a corrida. Por fim, e o que provavelmente minou as chances do britânico, veio a quebra de motor do carro de Hamilton na Malásia. 

 
Ainda assim, Lewis tentou se recuperar como dava. O #44 venceu as três últimas provas: nos EUA, no México e no Brasil. Ao todo, o britânico tem as mesmas nove vitórias de Rosberg, mas está claro que o abandono na Malásia pesou de forma decisiva. Portanto, não depende só de si para conquistar o tetracampeonato na F1. Hamilton precisa vencer e torcer para Nico fique fora do pódio. Se for o segundo colocado em Marina de Yas, então Rosberg tem de cruzar a linha de chegada longe do top-6. Agora se terminar em terceiro a corrida árabe, aí vai precisar que o companheiro de equipe feche a prova em nono ou pior.
 
Agora em um cenário mais caótico, se Rosberg não completar a prova ou não marcar pontos, e Hamilton for apenas quarto colocado, os dois vão somar o mesmo número de pontos. Neste caso, a vantagem continuaria nas mãos do alemão, por conta do critério de desempate. Ainda que os dois tenham o mesmo número de vitórias em 2016, Nico é quem possui mais segundos lugares. Então, dessa forma, a taça ainda ficaria com o #6.
Lewis Hamilton vai chegar a Abu Dhabi como o azarão (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Hamilton esteve em decisões de título em quatro ocasiões em sua carreira – 2007, 2008, 2010 e 2014 – e venceu a disputa em duas oportunidades destas. Já Rosberg chegou à última etapa ainda com chances apenas uma vez na F1, há dois anos, quando perdeu a taça para o colega de Mercedes.
Confira a matemática do título:
 
ROSBERG É CAMPEÃO SE:
A matemática do título da F1 para Nico Rosberg (Arte: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
HAMILTON É TETRACAMPEÃO SE:
A matemática do título da F1 para Lewis Hamilton (Arte: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
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