Acordo de Bottas com Mercedes é primeiro passo para ‘desaposentadoria’ de ex-companheiro Massa

O tão aguardado anúncio da contratação de Valtteri Bottas pela Mercedes também provocou uma mudança de planos na Williams, que teve de ir atrás de Felipe Massa, como forma de garantir um piloto experiente em tempos de regras novas na F1. E o brasileiro aceitou o convite

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Não foi fácil chegar ao nome de Valtteri Bottas e fechar negócio. Mesmo sendo a equipe mais poderosa da F1 nas últimas três temporadas e dona do melhor carro do grid, a verdade é que a Mercedes encontrou dificuldades para eleger o novo companheiro de Lewis Hamilton. Foi preciso muita conversa, análise do mercado de pilotos e, por fim, algumas concessões. Tudo por conta da ainda surpreendente decisão tomada por Nico Rosberg logo depois de conquistar o título mundial em Abu Dhabi.

 
Do momento em que o alemão anunciou que estava de saída do esporte, a esquadra prateada teve de reagir de imediato ao impacto da notícia e logo começou a listar os possíveis candidatos. Muita gente boa passou pela cabeça da cúpula alemã, como Nico Hülkenberg, Carlos Sainz e, claro, Fernando Alonso. Os dois jovens, Pascal Wehrlein e Esteban Ocon, também foram cogitados pela natural relação com a marca da estrela de três pontas. No fim, as possibilidades se resumiram a Werhlein e Bottas.
 
Enquanto ficou clara a hesitação do time chefiado por Toto Wolff em promover o reserva alemão, o finlandês ganhou espaço. Primeiro, por já possuir uma ligação com Wolff – há tempos, o austríaco faz parte do grupo que cuida da carreira do nórdico. E segundo, por ser uma opção segura. Só que a escolha por Valtteri passou por um processo de também convencer a Williams em liberá-lo – Bottas havia renovado contrato com Grove há poucos meses. 
Saída de Bottas promoveu volta de Massa à F1 (Foto: Williams)

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Ou seja, o problema enfrentado pela Mercedes com a aposentadoria precoce de Rosberg não era só dela. A Williams também viveu intensamente os reflexos da decisão do atual campeão. E não se furtou colocar na mesa algumas exigências. Neste cenário, o time inglês também ponderou o fato de, perdendo Bottas, onde encontraria um substituto bom o bastante para atender as necessidades técnicas e comerciais em 2017.

 
E foi aí que Felipe Massa voltou ao palco. Depois de ter também decidido deixar o esporte e ter uma das mais emocionantes despedidas da história recente da F1, o brasileiro se viu às voltas com uma oferta para retornar ao cockpit inglês, onde já não acreditava mais ser competitivo. Ainda assim, considerou a oportunidade.
 
Acontece que a Williams, a equipe que o recebeu em 2014 e o valorizou depois dos oito anos de Ferrari, precisava de ajuda. A proposta é de quase R$ 21 milhões para adiar a aposentadoria por um ano e auxiliar o time em um 2017 de mudanças drásticas de regulamento. Além disso, a esquadra ainda tem um novato do outro lado da garagem, o que leva à questão comercial – e talvez a parte mais importante deste cenário.
 
Se por um lado, a presença de Massa nos boxes da Williams representa a experiência para lidar com novos carros e regras – quase um alívio para a equipe de Grove –, a participação de Felipe também garante ao time o bom relacionamento com a Martini, a patrocinadora-máster. 
 
O caso é como o GRANDE PRÊMIO apurou: a marca de bebida alcoólica não pode fazer propaganda com 'atores' abaixo dos 25 anos de idade, algo que é proibido pela legislação de vários países – inclusive no Reino Unido. Portanto ter Lance Stroll, 18, ao lado de outro novato significaria que a principal mecenas da equipe não poderia usar qualquer um dos dois pilotos para fins de publicidade e imagem. Daí a oferta a Massa.
 
O GP revelou, ainda em dezembro passado, que Felipe de fato aceitou a proposta, mas com a condição de ver Bottas na Mercedes, como agora acontece. Ou seja, a confirmação da contratação do finlandês é apenas o primeiro passo para a 'desaposentadoria' do brasileiro, certamente uma das mais rápidas da história.
 
Agora, o mundo da F1 se prepara para receber Massa de volta. Mas não como comentarista ou convidado especial como se previa, o paulista, que completa 36 anos neste ano, retorna mesmo fazendo aquilo que mais sabe: pilotar. E é bom lembrar que Felipe sequer havia cogitado a ideia de ficar sentado no sofá vendo TV na aposentadoria, que agora é algo bem distante. 
fechar

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