Ainda procurando respostas, Rosberg relata mudanças de acerto e diz: “Se soubéssemos o que é, teríamos resolvido”

Nico Rosberg parecia não acreditar nos resultados do treino classificatório para o GP de Cingapura. Largando em sexto, muito atrás da Ferrari de Sebastian Vettel, o atual vice-campeão do mundo precisará, assim como Lewis Hamilton, remar para dar a volta por cima: “É muito frustrante, inacreditável”

O treino classificatório para o GP de Cingapura, realizado nesta sexta-feira (19), teve um desfecho inesperado. Pela primeira vez em três anos, a Ferrari conseguiu uma pole-position – com Sebastian Vettel. Para as Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, sobrou a terceira fila. O atual vice-campeão, consternado, não parecia acreditar no resultado.
 
“É muito frustrante. Estar tão atrás e fora do ritmo, inacreditável. Eu não me lembro da última vez que fiquei tão atrás, deve ter sido anos atrás”, desabafou Rosberg.
Nico Rosberg terminou o treino classificatório na sexta posição (Foto: AP)
Mas o problema não é apenas ficar para trás. Segundo Nico, a Mercedes – apesar das tentativas – não conseguiu encontrar nem os problemas, nem as soluções para do W06. Com isso, fica difícil imaginar uma recuperação na corrida.
 
“Não sabemos o que é. Sim, falta aderência. Mas se soubéssemos o que é, teríamos resolvido. Fizemos mudanças de acerto durante todo o fim de semana, grandes mudanças, e fomos para a classificação com o que julgamos que era o melhor”, recordou.
 
“Vamos cavar para descobrir, mas agora não vamos poder mudar mais, então não vai nos ajudar para amanhã”, lamentou.
 
Largando em sexto, Rosberg também teve o desprazer de ficar novamente atrás de Hamilton, quinto. Mas o inglês também está sem motivos para comemorar: atrás da Ferrari e da Red Bull, a Mercedes terá sua prova mais difícil em dois anos de domínio na F1.

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