Alegria de Verstappen após GP do Brasil contrasta com tristeza de Sainz por mal conseguir correr em Interlagos

Enquanto Max Verstappen dava um show de ultrapassagens e ainda chegava aos pontos pela décima vez em seu ano de estreia na F1, Carlos Sainz lamentava por mal ter conseguido correr em Interlagos. Sentimentos conflitantes nos boxes da Toro Rosso neste domingo (15)

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O GP do Brasil de F1 foi de sensações bastante distintas para a Toro Rosso. Ao mesmo tempo em que a equipe de Faenza comemorava mais uma grande performance de Max Verstappen, que brilhou em Interlagos com ultrapassagens arrojadas e por fora no S do Senna, que ajudaram o holandês a conquistar o nono lugar, o time lamentava o sétimo abandono de Carlos Sainz em 2015. Se para o piloto mais jovem da história da F1 o domingo (15) foi de diversão, para Sainz foi mais um dia para ficar no passado. O espanhol enfrentou problemas no motor Renault mais uma vez na temporada e sequer completou a primeira volta.
 
“Como é frustrante não começar uma corrida!”, lamentou Carlos pouco depois de abandonar o GP do Brasil. “O motor já estava apresentando problema na classificação, mas decidimos não fazer a troca. Então, nos boxes, nós ligamos e fomos até a saída dos pits, foi aí que ele apagou. Tentamos liga-lo, mas não deu”, lastimou.
Max Verstappen prepara linda ultrapassagem em cima de Sergio Pérez (Foto: Getty Images)
“Abandonei sete corridas, quase metade da temporada, o que para um estreante não é o que você quer, você está aqui para acumular experiência e aprender”, disse Carlos, muito insatisfeito por ter perdido boas chances de chegar aos pontos em 2015. “Então está claro que não é um bom equilíbrio sobre abandonos nesta temporada. Mas o que você pode fazer?”, indagou.
 
Por outro lado, Verstappen era só alegria depois de chegar aos pontos pela décima vez em 18 corridas de uma temporada em que começou questionado por ter apenas 17 anos — 18 completados em 30 de setembro. Ao todo, o holandês soma 49 pontos, a mesma quantidade do experiente Romain Grosjean, contra apenas 18 de Sainz.
 
“Foi divertido! Estou feliz por terminar entre os dez primeiros mais uma vez”, afirmou o piloto, que teve de lidar com os problemas de falta de potência do seu motor Renault na luta contra concorrentes com propulsores mais fortes, como Pastor Maldonado, Sergio Pérez e Felipe Nasr. 
 
“Foi uma corrida muito complicada. Estava atacando, mas eles, logo atrás, também estavam me pressionando. Durante toda a corrida, eu acelerei o máximo que pude, mas, no fim, saí com um ponto [dois, depois da punição de Massa] e foi o máximo que poderíamos ter feito hoje”, comentou.
Carlos Sainz abandonou a sétima corrida em seu ano de estreia na F1 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Na largada, não pude atacar porque não tínhamos velocidade de reta o bastante, mas então, em um determinado ponto, ‘Checo’ estava lutando um pouco com seus pneus, e então tive uma ótima saída da última curva, usei toda a potência que eu tive e freei por fora na entrada do S do Senna”, explicou Verstappen, satisfeito com a forma como desempenhou a manobra.
 
“Foi muito difícil, mas no fim das contas consegui ultrapassar. Ficamos muito perto e acho que ainda toquei de leve no carro de ‘Checo’. Mas desde o começo, estava focado em não bater. Acho que eu o respeitei. Mas felizmente ‘Checo’ foi um cara muito leal, então foi uma grande batalha”, comemorou.
 
Pouco antes de Verstappen falar na base da Toro Rosso em Interlagos, Sainz não conseguia esconder a frustração, mas ao mesmo tempo o madrileno deixou claro: seu sétimo abandono em 2015 não vai abater seu ânimo.
 
“Obviamente, você fica triste um dia. Fico bem chateado com a situação porque acho que nós tínhamos uma grande chance de somar pontos hoje de novo. Isso simplesmente não aconteceu e hoje estou triste, farto com a situação, mas amanhã estarei completamente bem e pronto para Abu Dhabi.”
 
Questionado pelo GRANDE PRÊMIO sobre o que tirar de positivo face a tantos problemas, Sainz crê que cresceu mentalmente. 
 
“Acho que essas coisas te fazem um pouco mais forte, certamente. Isso acontece de vez em quando, se bem que para mim tem acontecido até demais, mas isso certamente te faz mais forte. Mas com respeito ao ano que vem, isso não ajuda, já que muitas corridas não completei e não adquiri experiência, mas mentalmente tenho certeza de que estou mais forte”, finalizou o espanhol.

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Posted by Grande Prêmio on Quinta, 12 de novembro de 2015

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