F1

Alfa Romeo acredita em briga contra McLaren no Mundial se pontuar “com dois carros”

A Alfa Romeo acredita que é possível buscar 50 pontos de desvantagem na luta contra a McLaren, desde que os pontos venham em maior frequência e quantidade. A equipe soma 31 tentos com Kimi Räikkönen, mas apenas um com Antonio Giovinazzi

Warm Up / Redação GP, de Porto Alegre
Não é pequena a distância entre McLaren e Alfa Romeo no Mundial de Construtores, com 50 pontos entre as atuais quarta e sétima colocadas. Isso, entretanto, não impede o sonho de uma virada. Frédéric Vasseur, chefe de equipe em Hinwil, acredita que pontos frequentes com os dois carros bastam para desafiar os britânicos pela condição de melhor equipe do pelotão intermediário da Fórmula 1.
 
“A consistência é importante no pelotão intermediário”, disse Vasseur. “Acho que a McLaren sempre está lá [pontuando], mas espero que a gente consiga lutar com a McLaren na segunda metade da temporada. Precisamos de consistência. Precisamos estar na zona de pontos em cada fim de semana, e precisamos fazer isso com os dois carros”, destacou.
 
A Alfa Romeo pontua bem com Kimi Räikkönen, dono de 31 pontos. O problema é Antonio Giovinazzi, dono de apenas um até aqui. Dessa forma, a equipe fica atrás de rivais teoricamente não tão fortes assim, como Renault e Toro Rosso.
A Alfa Romeo tenta voar mais alto no Mundial de Construtores (Foto: Alfa Romeo)
Entretanto, a perspectiva de um carro progressivamente melhor basta para restaurar o otimismo de Vasseur. O GP da Hungria, que era para ser difícil, se provou positivo.
 
“Acho que podemos ser otimistas. Comparando com Barcelona, quando ficamos muito atrás, nós melhoramos de forma consistente. Estamos acelerando as atualizações e precisamos manter esse mesmo rumo na parte final da temporada”, comentou.
 
“Não estava muito otimista antes de Budapeste porque acho que não é o melhor traçado para nós, mas o Kimi [Räikkönen] fez um trabalho incrível na corrida. Tivemos ritmo desde o começo. Nossa chave foi largar bem e ficar na frente do Grosjean. Sabíamos que o ritmo de corrida seria algo difícil para a Haas, então precisávamos ficar na frente deles. O Kimi chegou a segurar uma Mercedes no fim, foi uma situação boa. Seguramos o Bottas por umas cinco ou seis voltas”, encerrou.
 

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