Alonso fala em tristeza com posição de largada na Austrália: “Não há nada para comemorar sendo 13º”

Fernando Alonso até conseguiu passar para o Q2 da classificação do GP da Austrália, mas não conseguiu mais do que a 13ª posição do grid de largada. Pouco, muito pouco para quem se preparou para voltar ao topo da F1 em 2017. Tudo faz parte de um calvário que parece não ter fim para o bicampeão mundial

 

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Fernando Alonso seguramente faz parte do seleto rol dos melhores pilotos da F1 na atualidade, ao lado de Lewis Hamilton e Sebastian Vettel. Mas enquanto os dois últimos dispõe de carros realmente capazes de lutar por vitórias, como foi visto neste sábado (25) em Melbourne, o bicampeão do mundo vive um calvário que parece não ter fim. Com uma McLaren que lhe paga muito bem, mas é incapaz de entregar um bólido vencedor para fazer valer seu talento, Alonso vive a andar por posições intermediárias do grid. E foi assim novamente na primeira classificação da temporada 2017 da F1. Fernando vai largar apenas em 13º no grid em Albert Park

 
O espanhol não esconde a tristeza. Por mais que consiga fazer uma volta limpa e sem erros, extraindo todo o potencial do MCL32 empurrado pelo fraco motor Honda, Alonso não consegue ficar sequer perto dos melhores. “Foi uma boa volta. Não pude fazer melhor”, lamentou o espanhol de 35 anos em entrevista à emissora ‘Movistar +’ logo após o treino classificatório em Melbourne. Stoffel Vandoorne, seu novo companheiro de equipe, vai largar apenas em 18º.
 
O melhor tempo de Alonso neste sábado foi 1min25s425. Na comparação com a melhor marca do Q2, registrada pela Ferrari de Vettel, Fernando ficou 2s210 atrás. Uma eternidade quando o assunto é a F1.

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Fernando Alonso tem cada vez menos motivos para comemorar na McLaren (Foto: Divulgação/McLaren)
“A volta foi muito boa e pude usar vários jogos de pneus, um após outro, no Q1 e no Q2, e aí fui ganhando alguns décimos. No fim das contas, acho que tirei o melhor do jogo de pneus que tinha no carro e fico contente nesse sentido, mas não há nada para comemorar sendo 13º”, lastimou o bicampeão, que pelo menos se mostrou um pouco menos chateado por ver que seu carro não apresentou muitos problemas até agora.
 
“Mas viemos sem ideias claras de onde nós estávamos quanto ao nível de confiabilidade e competitividade. Quanto à confiabilidade, pudemos rodar sem problemas, e agora estamos em 13º. É preciso esperar pelas corridas para ver onde nós estamos, mas ainda falta muito a percorrer”, salientou.
 
“Certamente foi menos complicado em relação à forma como saímos de Barcelona, onde não pudemos completar muitas voltas e não tínhamos muito conhecimento do carro. Agora pudemos ir extraindo toda a potência possível, então fico contente neste sentido”, complementou Alonso.
 
No entanto, o piloto da McLaren não escondeu a frustração por se ver em tal situação, sem ter perspectivas de melhora em curto prazo. “Como disse em Barcelona, me preparei para estar no topo neste ano. Treinei mais do que nunca, cheguei aqui com mais antecedência do que nunca, me preparei bem e hoje acho que estou 1s à frente do meu companheiro de equipe. É um dos finais de semana especiais em que tudo dá certo, mas estamos em 13º e é uma tristeza, para não dizer outra palavra”, afirmou o espanhol, nitidamente farto.
 

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Realista, Alonso entende que a McLaren até pode chegar aos pontos, mas nada disso importa para um piloto com sede de voltar ao pódio e vencer corridas. O bicampeão sabe que, mesmo para alcançar o top-10, tal colocação só será possível em condições reais com o abandono de concorrentes diretos.

 
“A verdade é que fazer um, dois, cinco ou ficar fora dos pontos não vai mudar muita coisa para mim. Quero estar no pódio e vencer corridas e não estamos nessa posição. Portanto, claro que vamos fazer todo o possível amanhã para ter uma boa largada, uma boa estratégia, defender com unhas e dentes as posições em que estivermos, mas precisamos um pouco da ajuda dos nossos rivais porque não somos tão competitivos para estar nos pontos por nós mesmos”, concluiu.

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