Alonso mostra otimismo com McLaren, mas prolonga ‘novela’ e espera definir futuro entre GPs do Japão e EUA

A ‘novela’ a respeito do futuro de Fernando Alonso na F1 promete se arrastar por mais algumas semanas. O bicampeão do mundo disse que espera definir sua permanência na McLaren após o GP do Japão, com a situação podendo se arrastar até o fim de semana do GP dos Estados Unidos, que acontece entre 20 e 22 de outubro

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Ainda vai levar algum tempo para Fernando Alonso anunciar onde vai correr na temporada 2018 da F1. O bicampeão do mundo, que tem contrato com a McLaren a vencer ao fim deste ano, ampliou em mais algumas semanas a indefinição sobre seu futuro. No fim de semana do GP de Singapura, o veterano anunciou que levaria mais ou menos 15 dias para tomar uma decisão. Mas passado tal prazo, Alonso tratou de prolongar a ‘novela’. Agora, o piloto espera definir tudo de vez entre os GPs do Japão, na semana que vem, e dos Estados Unidos, entre 20 e 22 de outubro.

 
No entanto, as palavras de Alonso a respeito das perspectivas da McLaren são cada vez mais animadoras desde que a equipe firmou uma nova parceria com a Renault. Assim, há uma ponta de otimismo da parte do bicampeão sobre 2018 após o fim do calvário de três temporadas com o motor Honda. Mas o espanhol de 36 anos quer definir alguns detalhes antes definir seu destino.
 
“Depois de Suzuka, provavelmente vai ser a data-limite para tomar a decisão e escolher o que eu sinto que é melhor. Quero ser competitivo no ano que vem e estar de volta ao pódio, lutando por vitória e pelo título, como disse muitas vezes”, repetiu o veterano, no mantra que vem sendo a tônica do seu discurso nos últimos anos, durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (28) em Sepang, palco do GP da Malásia.
Por enquanto, o futuro de Fernando Alonso ainda é um mistério (Foto: McLaren)
“Preciso de algo mais de informação para tomar essa decisão. A situação não mudou muito. A prioridade é estar lutando por pódios, vitórias e o título no ano que vem, e sigo vendo as possibilidades disponíveis”, salientou Alonso, que enxerga possibilidades cada vez maiores na equipe de Woking.
 
“Estou otimista de que posso ser competitivo aqui, na McLaren, porque é uma das melhores equipes do mundo, é só questão de encaixar algumas coisas. Sempre é bom estar em uma equipe como a McLaren, que é a melhor ou uma das melhores de todos os tempos. Cada equipe tem suas dúvidas para o ano que vem porque há mudanças mínimas no regulamento. Porém, ao mesmo tempo, o índice de desenvolvimento foi grande neste ano. Vai haver um desenvolvimento extra durante o inverno porque você pode começar do zero e fazer coisas que não se pode fazer durante a temporada”, explicou o piloto.
 
Diferente da postura que tomou em 2015, quando deixou a Ferrari e foi para a McLaren sem saber o que de fato o pacote com a Honda poderia proporcionar, agora Alonso quer ter tudo garantido de que vai ter um carro verdadeiramente competitivo para poder finalmente trilhar novamente o caminho das vitórias na F1.
 
“Há risco para todos, evidente. Em uma equipe assim, há menos riscos, e agora não quero assumir riscos, só quero vencer. A McLaren dominou esta categoria durante muitos anos. Mesmo nos anos ruins, conquistaram pódios e vitórias. Ainda tenho algumas coisas a comprovar e, quando o fizer, vou tomar uma decisão. Agora temos os GPs da Malásia e Japão, e espero que para depois desse GP, talvez já em Austin, seja a data-limite”, definiu.
 
Alonso destacou também o histórico positivo que ostenta em Sepang. Foi lá que, logo no seu primeiro ano de Renault, em 2003, faturou sua primeira pole-position. Fernando venceu por três equipes diferentes e se colocou no topo do pódio nas temporadas 2005, 2007 e 2012. 
 

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“Aqui consegui minha primeira pole-position e meu primeiro pódio em uma jornada que jamais vou esquecer. Lembro que, na noite anterior, fui atendido duas vezes pelo médico porque tive uma febre muito alta. Venci com a Renault, McLaren, a Ferrari, com pneus Michelin, Bridgestone, Pirelli, com diferentes motores… então é um grande lugar para mim”, destacou.

 
Por fim, o piloto falou prestou solidariedade ao povo mexicano. O país, onde tem muitos fãs, vem sofrendo com as consequências do forte terremoto que abalou várias regiões e matou mais de 200 pessoas na semana passada. “Envio muita força. O México demonstrou a força que tem depois do terremoto, com todo o povo unido. Vamos estar lá em alguma semanas e vamos tentar dar uma mão a todas as nossas pessoas no México”, complementou. A prova no Autódromo Hermanos Rodríguez está marcada para dentro de um mês, em 29 de outubro.
 
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TORO ROSSO DEMOROU DEMAIS

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