Alonso sente evolução na McLaren desde GP da Hungria. Mas pede ataque total a partir de março

Fernando Alonso considera que o momento da McLaren é de crescimento e acertos, visto que tudo tentado desde a prova de Hungaroring funcionou. De qualquer forma, os olhos da McLaren estão apontados para o futuro, 2018, quando pretende emparelhar com as principais equipes do grid

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O crescimento recente da McLaren na temporada 2017 do Mundial de F1 é inegável. Tamanha a confiança recente que Fernando Alonso deu uma demonstração daquela figura de outros tempos e garantiu que vai pontuar no GP do Brasil se não tiver problemas no carro. Mesmo com o otimismo recente, a cabeça e os planos da equipe de Woking estão longe. Em março de 2018, mais precisamente, quando será hora de atacar.

 
A avaliação de Alonso é até mais ampla. O espanhol, atualmente com 11 pontos no Mundial de Pilotos – dois atrás de Stoffel Vandoorne, seu companheiro -, olha para a segunda metade da temporada da McLaren como um crescimento contínuo. Segundo ele, desde o GP da Hungria de antes das férias de verão, absolutamente todas as atualizações instituídas pela McLaren funcionaram. O ponto alto do ano até agora foi exatamente a última passagem.
 
"Até agora o México foi a nossa melhor corrida. Nós não tivemos grandes atualizações para a corrida no México por ter sido só quatro dias depois de Austin. Pode ser somente uma coisa específica da pista, vamos ver aqui no Brasil. Mas da Hungria em diante todas as atualizações que colocamos no carro foram positivas – mesmo que em Spa e Monza nosso carro não tenha ido bem, porque aí é uma questão do estilo do traçado", avaliou.
Fernando Alonso (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Mesmo assim, com toda essa evolução, os olhos estão apontados para muito mais além. É de olho em brigar por vitórias na temporada em 2018. Ou, como ele colocou, de "atacar os grandões".
 
"Ainda temos mais a fazer para alcançar as equipes que estão na frente – até no chassi -, mas estamos otimistas, sabemos nossos pontos fortes e fracos e vamos nos certificar de que em março do ano que vem a gente ataque os grandões", encerrou.

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