Após definir nova classificação como “um lixo”, Wolff pede tempo e ajustes para colocá-la novamente em prática na F1

Crítico contumaz do novo formato de treino classificatório, adotado no fim de semana do GP da Austrália e que deve ser banido por não agradar a ninguém, Toto Wolff acredita que ainda é possível resgatá-lo, tornando-o mais atraente e melhor, sobretudo no que diz respeito ao Q3. Dias depois de considerar o novo formato um lixo, o chefe da Mercedes vê aspectos interessantes na proposta

Toto Wolff acredita que, com alguns ajustes, o novo formato de treino classificatório da F1, adotado no fim de semana do GP da Austrália e que deve ser banido da categoria para este ano, poderá voltar a ser posto em prática no ano que vem. O diretor-esportivo da Mercedes definiu a nova regra como “um lixo” depois de ver que praticamente não houve ação no Q3, a fase final da disputa, fato que fez a F1 ser duramente criticada por não ter ouvido a voz dos pilotos. A proposta de um novo formato de definição do grid, baseado em eliminações constantes, partiu das equipes do grid.
 
Em entrevista ao site ‘Crash.net’, Wolff confia que não vai haver nenhuma oposição quanto à reversão para o formato antigo de classificação já para o fim de semana do GP do Bahrein, a segunda etapa do Mundial. Para que a mudança da regra siga em frente, é preciso haver unanimidade por parte das equipes.
Toto Wolff acha que o novo formato de classificação tem lá suas virtudes (Foto: Mercedes)
“Ainda não falei com Jean Todt [presidente da FIA]. Falei com Bernie Ecclestone e escutamos sua opinião, e acho que todas as equipes têm a mesma opinião sobre a classificação, e acho que a Comissão da F1 vai escutar a opinião das equipes, especialmente se esta for unânime”, disse o dirigente austríaco.
 
A expectativa de Wolff é que, com mais tempo, o novo formato possa ser lapidado para proporcionar à F1 uma dinâmica melhor aos sábados.
 
“Tenho certeza de que é possível melhorar, mas acho que isso requer tempo e uma estrutura, processo e análise para se tomar a decisão correta. Acredito que é um formato interessante e capaz de ser transmitido da melhor forma pela TV, o espectador precisa conseguir entender que o que temos é muito difícil. Você vê os tempos, mas não vê os carros, por isso não ficava claro quem estava dentro ou quem estava fora. Quanto ao Q3, coincidimos que foi um lixo”, afirmou, voltando a criticar o que viu na última semana em Melbourne.
 
Segundo o diretor-esportivo da Mercedes, é possível que, com alguns ajustes, um novo formato de classificação possa ser entregue à F1 na próxima temporada.
 
“Claro que é possível melhorar, é um esporte global e precisamos nos dar conta de que temos responsabilidade e mudar as regras a cada semana não é o caminho certo. Vimos que temos coisas, e a decisão das equipes vai ser voltar a estuda-la no próximo inverno, talvez analisando o que podemos melhorar e depois, talvez, vamos por em prática uma solução que funcione”, finalizou.
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