Após vitória no Canadá, Hamilton fala em deixar “montanha-russa” para trás. E conta com “maior conhecimento” da Mercedes

Lewis Hamilton lembrou o trabalho feito pela equipe para tentar entender os problemas com os pneus nos GPs da Rússia e, sobretudo, de Mônaco. O esforço deu resultado e se refletiu na vitória dominante do britânico no último GP do Canadá. Sua meta, agora, é manter o bom momento para a sequência do Mundial, a começar pelo GP do Azerbaijão, no próximo fim de semana

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Dentro de uma semana, Lewis Hamilton vai ter a chance de comprovar que a má fase ficou mesmo no passado. Depois de vencer de forma categórica o último GP do Canadá, o britânico mostrou que a Mercedes não está tão atrás assim da Ferrari e que pode lutar pelo título de igual para igual contra Sebastian Vettel. Depois de um primeiro quarto de temporada cheio de altos e baixos, o tricampeão do mundo quer deixar a montanha-russa no passado. E, para isso, conta com o maior conhecimento adquirido pela Mercedes para entender os problemas e reverter os resultados ruins em provas onde o pneu ultramacio não funcionou, como nos GPs da Rússia e de Mônaco.

 
Foi a partir de Mônaco que a Mercedes realizou uma verdadeira força-tarefa para entender os problemas no funcionamento dos pneus, que aconteceram especialmente com Hamilton, que sentiu muito mais a queda de performance que seu novo companheiro de equipe, Valtteri Bottas.
 
No último fim de semana em Montreal, Hamilton evitou falar em favoritismo na sequência do campeonato e inclusive acredita que o GP do Azerbaijão vai lhe reservar um desafio semelhante ao GP da Rússia, ainda que em Baku a Pirelli não vai fazer uso dos pneus ultramacios. No fim das contas, a confiança é total no trabalho da Mercedes, que mostrou grande poder de reação depois de um complicado início de temporada.
Lewis Hamilton está bem mais confiante depois do grande fim de semana no Canadá (Foto: Twitter/Autosport)
“Óbvio que tivemos um ótimo fim de semana, mas não posso prever o que vai acontecer. Vamos para a outra corrida. Baku é uma pista muito lisa, mais ou menos como a Rússia. Mas acho que aprendemos muito em Mônaco e também no Canadá”, ressaltou o britânico em entrevista coletiva pouco depois da vitória em Montreal.
 
“Se empreendermos o mesmo esforço que fizemos nas últimas duas semanas após cada corrida, mesmo quando vencemos, tenho certeza de que podemos continuar lutando, e talvez não faça mais esse passeio de montanha-russa, cheio de altos e baixos”, disse.
 
Hamilton lembrou da corrida totalmente fora da curva que a Mercedes teve no GP de Singapura de 2015, quando ninguém entendeu a queda abrupta de performance naquele fim de semana que marcou a vitória de Vettel em Marina Bay. Tanto que, na prova seguinte, no Japão, a Mercedes retomou o domínio naquela temporada, e Lewis vencia em Suzuka.
 
“Acho que em Singapura aconteceu algo desconhecido. Mesmo depois de duas semanas, ainda não tínhamos entendido porque estávamos naquela posição. E assim foi, mesmo após a gente reagir. Dessa vez, como eu falei, o trabalho em equipe, a engenharia funciona muito melhor. Entendemos onde estávamos, entendemos o que tinha de errado com o carro, já que não conseguimos fazer funcionar os pneus”, comentou o piloto.
 
“Viemos aqui com um conhecimento real ao invés de apenas uma ideia do que poderia ter sido o caso. Na verdade, chegamos aqui com um verdadeiro know-how sobre como resolver isso”, destacou Hamilton.
 
O britânico também falou sobre a melhor volta da corrida. No giro 64 da prova em Montreal, Hamilton cravou 1min14s551 no momento em que sua vitória já estava garantida. Mas Lewis deixou claro que não foi uma forma de mostrar ao mundo a sua superioridade e nem preciosismo. Buscar o limite naquele estágio da prova serviu para acumular informações que devem ser úteis na sequência do campeonato.
 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

“Não, não fiz por diversão. Não tinha de colocar o carro no limite durante a corrida. Quando volto e estudo com a engenharia, tenho de trazer o feedback das informações e obter muitos dados ao fazer 70 voltas na pista. Existem vários estágios distintos sobre como você pode encaixar o carro. E, em uma volta rápida, precisava colocar o carro corretamente no limite. Para ver como os pneus reagem. Eles melhoram? Pioram? Como o carro reage passando pelas zebras?”, salientou o piloto.

 
“Fiz uma ótima volta, e obtivemos muita informação sobre essa volta para poder ir em frente. Se não tivesse feito essa volta, teria saído de uma hora e 45 minutos de prova com um pouco menos de informação”, finalizou.
O CANADÁ É PARA HAMILTON O QUE MÔNACO FOI PARA SENNA?

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height:
0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute;
top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube