As mulheres na Fórmula 1
Saiba da história feminina no esporte a motor
Ao longo da história, as mulheres têm feito grandes contribuições para a Fórmula 1. Contudo, desde a criação do Campeonato Mundial de Fórmula 1, no de ano 1950, apenas cinco mulheres participaram no GP. No entanto, não é apenas ao volante que elas participam. Também há representação feminina tanto nas equipes técnicas, como em alguns cargos de direção.
Maria Teresa de Filippis
Foi no ano de 1948 que Maria Teresa de Filippis começou a correr. Tudo começou com uma aposta feita com os seus irmãos que não acreditavam que Maria era, de facto, veloz.
Começou a treinar com um Fiat 500 na costa italiana de Amalfi, onde, pouco tempo depois, venceu a sua primeira corrida no evento desportivo de Salerno-Cava dei Tirreni, na província de Salerno, em Itália. Deixou de correr no ano de 1959, mas nunca quebrou a sua ligação com a F1. Em 1979, juntou-se ao Clube Internacional de Ex-Pilotos de Fórmula 1 onde posteriormente, em 1997, se tornou vice-presidente do clube. Foi ainda, no mesmo ano, nomeada como presidente do clube de Maserati. Morreu em janeiro de 2016 com 89 anos.
Lella Lombardi
Também conhecida como ‘A Tigresa de Turim’, Maria Grazia ‘Lella’ Bombardi, de nacionalidade italiana, começou a competir aos 17 anos. Detém, até ao momento, o recorde do maior número de participações de uma mulher no GP.
Das 17 vezes que participou, Bombardi conseguiu obter qualificações em 12 corridas. Tornou-se numa inspiração para muitas mulheres que ambicionavam também competir com carros de corrida. Chegou mesmo a inspirar Sue Ransom, a desportista australiana que viu Lella Bombardi pilotar em 1973. Foi na pista de Watkins Glen International, no ano de 1975, que se tornou na primeira mulher a competir num GP estado-unidense. Faleceu aos 50 anos, em Milão, vítima de um câncer da mama.
Desirée Wilson
A ex-piloto sul-africana, participou no Campeonato Mundial do Grande Prêmio em 1980. Todavia, não conseguiu obter classificação suficiente para se qualificar. Segundo Wilson, esse foi “o fim-de-semana mais triste da sua vida”. É ainda conhecida por ser a única mulher a vencer uma corrida sob o regulamento da Fórmula 1. Apesar de tudo isso, continuou a contribuir para outros esportes motorizados, em particular na Indy.
Chloe Targett-Adams
Num meio dominado maioritariamente pelos homens, Chloe Targett-Adams é a prova de que essa é uma tendência com os dias contados. A advogada britânica assume agora um cargo como diretora da promoção global de corridas.
Apesar da falta de representatividade feminina na F1, Chloe afirmou numa entrevista à ESPN que, do seu ponto de vista, “a Fórmula 1 não é necessariamente discriminatória para com as mulheres”, ainda que alguns departamentos tenham menos mulheres do que outros. Contudo, deixa o apelo a mais mulheres, para que adiram à Fórmula 1 e façam as suas contribuições.
A falta de representatividade do sexo feminino na Fórmula 1
Um dos maiores desafios da Fórmula 1 é a falta de representatividade das mulheres neste esporte. Segundo os dados estatísticos, Lella Bombardi foi a última mulher a participar em corridas de Fórmula aconteceu, no ano de 1976.
Jamie Chadwick
A piloto britânica, de 25 anos, tem o caminho livre para mudar este paradigma. Ganhou, alguma atenção ao obter vitórias consecutivas em corridas para o campeonato, pelo que está agora envolvida na equipe de Williams.
Tem ainda de assegurar uma oportunidade para conseguir competir em Fórmula 3, um passo que é visto como necessário para se chegar à Fórmula 1. A piloto mantém-se focada nos seus objetivos e procura deixar o seu nome na história deste esporte.
Tatiana Calderón
A desportista colombiana de 30 anos já atingiu a Fórmula 2. Foi a primeira mulher a conseguir chegar à F2. É, portanto, uma das maiores apostas do sexo feminino neste esporte. No ano de 2019, tornou-se test driver da Alfa Romeo. Visto que não conseguiu assegurar o seu lugar na Fórmula 2, Tatiana decidiu mudar para a IndyCar, onde chegou a pilotar para a A.J. Foyt Enterprises.
Investimento da W Series
No ano passado, a W Series foi lançado pela Catherine Bond Muir and e por Coulthard, com outros investidores. Esta série de corridas exclusivamente femininas foi lançada com o objetivo de elevar o perfil da mulher na Fórmula 1, bem como apoiar financeiramente esta causa. O prêmio de $500.000 foi entregue a Jamie Chadwick.
Aposte na Fórmula 1
Pode apostar na Fórmula 1 acedendo a várias plataformas de apostas online. Utilize o nosso apostas.guide e fique a conhecer, em detalhe, todos os resultados e a performance de cada candidato ao GP. Atualmente, várias plataformas de apostas online têm a possibilidade receber o pagamento em criptomoedas. Não se esqueça, aposte sempre com responsabilidade.
🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias da Fórmula 1 direto no seu celular!
Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.
📩 NEWSLETTER GP
Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!