Aston Martin assume que monitorou mercado, mas diz que renovar com Stroll era “plano A”
Mike Krack, chefe da Aston Martin, garantiu que a equipe teve de monitorar o mercado antes de definir sua dupla de pilotos. No entanto, Lance Stroll sempre foi a primeira opção
A renovação de Lance Stroll com a Aston Martin foi a notícia menos surpreendente da silly season da Fórmula 1, pelo fato de o piloto canadense ser filho de Lawrence, dono da equipe. No entanto, o chefe Mike Krack disse que a escolha pelo #18 não era tão óbvia assim, uma vez que antes de assinar o contrato, houve monitoramento no mercado de pilotos.
Lance Stroll chegou na equipe em 2019, quando ainda se chamava Racing Point. Embora tenha conquistado alguns pódios e uma pole-position no GP da Turquia de 2020, os resultados do canadense sempre deixaram a desejar quando comparados aos do companheiro de equipe.
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A falta de performance de Stroll ficou ainda mais escancarada em 2023, quando dividiu a Aston Martin com Fernando Alonso. Enquanto o bicampeão aproveitou o bom momento da equipe e enfileirou pódios no começo da temporada, Lance brigava para terminar na zona de pontos e teve como melhor resultado um quarto lugar no caótico GP da Austrália.
Mike Krack garantiu que o time monitorava o mercado, mas disse que a continuidade com o canadense era o plano A.

“Acho que você precisa formular o que quer, o que deixamos bem claro e buscamos essas metas. Então, você sempre olha o que está lá e o que está disponível. Acho que os planos B e C, obviamente, todo mundo tem. Mas se você conseguir fazer seu plano A acontecer, então você deve fazer isso”, apontou o chefe da Aston Martin.
“Disse inúmeras vezes que queríamos continuidade e estabilidade. Acho que é muito importante para uma equipe, especialmente indo para um novo conjunto de regulamentos. E estamos muito felizes por termos uma formação bem madura na pista. Sabemos quem são nossos principais oponentes e eles certamente não são o outro carro verde”, seguiu Krack.
De acordo com Krack, a Aston Martin tem como objetivo manter a continuidade do projeto e não quer fazer grandes mudanças no seu quadro de pilotos. Principalmente por causa da mudança de regulamento que a F1 vai enfrentar a partir de 2026.
“Então isso é algo que vimos nos últimos anos. Eles trabalham muito bem juntos, caminhando na mesma direção. Então sempre quisemos fazer assim. E obviamente nesta fase e ao longo da temporada, acho que os pilotos não eram nosso principal problema. Então estamos muito felizes por termos feito isso agora e por termos conseguido acalmar um pouco mais essa situação”, finalizou o chefe da Aston Martin.
A Fórmula 1 volta à ação neste final de semana com o GP da Hungria entre os dias 19 e 21 de julho no Hungaroring.
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