Audiência cumulativa da F1 cresce pelo 3º ano seguido. Brasil tem maior mercado

A F1 revelou números de audiência cumulativa ao longo da temporada 2019 e registrou crescimento pelo terceiro ano consecutivo. Em destaque, o Brasil aparece como o maior mercado baseado no ranking de audiência de TV, seguido por Alemanha, Itália, Reino Unido e Holanda, todos os países com mais de 100 milhões de espectadores

A F1 revelou, na manhã desta terça-feira (21), os números globais de audiência ao longo da temporada 2019. O público total, considerando a audiência cumulativa é o maior desde 2012, com um total de 1,922 bilhão de espectadores, o que representa um aumento de 9% na comparação com 2018. Pelo terceiro ano consecutivo, a F1 registra alta nos números da sua audiência. E o Brasil aparece em destaque como o maior mercado em termos de audiência cumulativa, sendo seguido por Alemanha, Itália, Reino Unido e Holanda. 
 
Polônia — muito por conta do retorno de Robert Kubica — e a região chamada Mena, que engloba Oriente Médio e Norte da África, registraram os maiores crescimentos em termos de audiência.
 
Contudo, houve também o registro de queda quanto ao número de espectadores únicos, de 3,9 %, chegando a um total global de 471 milhões de espectadores. Neste quesito, o Brasil também lidera, sendo seguido por China, Alemanha, Estados Unidos e Itália. A Polônia registrou uma alta de 569,7%, tendo um total de 8,4 milhões de espectadores únicos, enquanto o Oriente Médio alcançou uma alta de 239,6% e um total de 17,6 milhões. 
O Brasil registrou a maior audiência cumulativa de 2019 na F1 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Alemanha, com 45,6%, Holanda, com 31,1%, e Grécia, com 18%, também registraram crescimento acima de dois dígitos.
 
Dos 21 GPs do calendário da temporada passada, nada menos que 19 registraram audiência cumulativa mais alta na comparação com 2018. O GP da Itália registrou um total de 112 milhões de espectadores, o número mais alto desde o GP do México de 2016. Outros três eventos alcançaram mais de 100 milhões em termos de espectadores: Mônaco, Brasil e Alemanha, enquanto 14 GPs tiveram mais de 90 milhões.
 
O Liberty Media também registrou um aumento no engajamento nas redes sociais da F1. Em suas contas no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, o público total alcançou a marca de 24,9 milhões, com 32,9% de alta na comparação com 2018. Além disso, a categoria registrou um aumento de 48,3% no número de impressões (15,5 bilhões), 60,3% a mais de visualizações em vídeos (3,1 bilhões) e 405 milhões de interações nas suas quatro redes sociais, o que significa um aumento de 82% em relação ao ano anterior.
 
O site oficial da F1 alcançou um total 22,9% de aumento de audiência, enquanto o aplicativo registrou 714,2 milhões de visualizações, com aumento de 152,3%.
 
Em termos de novos fãs, o Brasil também aparece em evidência mesmo sem ter um piloto nacional no grid desde o fim de 2017. Em dados monitorados pela empresa de consultoria Nielsen, a F1 registrou um aumento cumulativo de 62% em termos de novo público nos dois últimos anos para pessoas com menos de 35 anos. A China tem o maior público, com 81,3 milhões, seguida pelo Brasil, com 54,7 milhões; México, com 45,5 milhões; Estados Unidos, com 34,6 milhões; e Índia, fechando o top-5 com 31,5 milhões de novos fãs.

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