Bom Dia, GP: se a F1 se achar laboratório e não olhar para trás, vai morrer de inanição, diz Flavio Gomes
Motores complicados, corridas desinteressantes, indiferença do público... Se a F1 insistir em se achar laboratório, numa época em que montadora nenhuma precisa de corrida de carro para desenvolver tecnologia, corre o risco de morrer de inanição
A F1 tem de olhar para a simplicidade e as disputas na pista e esquecer todas as traquitanas com este complicado motor que só a Honda achou que seria válido pagar para ver. É o que avalia Flavio Gomes depois de mais uma corrida dominada pela Mercedes, a da Espanha, comprovando que a da Malásia, ganha por Sebastian Vettel, foi uma exceção.
A F1 continua perdendo audiência, e não se sabe onde os caras querem chegar, sentencia o jornalista do GRANDE PRÊMIO.
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Sejamos sinceros: o GP da Espanha deste domingo não foi lá a corrida mais divertida do mundo. Não passou sequer perto disso. Teve uma boa disputa entre Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr. no final, mas nem entou na tela. Fora isso, o mais interessante foi a mudança de estratégia da Mercedes para que Lewis Hamilton passasse Sebastian Vettel e ficasse em segundo.
No mais, a etapa catalã do calendário teve mesmo boas doses de zoeiras. Galvão Bueno estava insatisfeito com a FOM, Pastor Maldonado deu 'olá' a seu azar, Romain Grosjean atropelou um de seus mecânicos. Tanto que fizemos uma lista
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