Briatore diz que Alonso teve boa relação com Ferrari e atritos “são coisas que acontecem quando faltam resultados”

Apesar de alguns atritos notados no último ano e meio do relacionamento de cinco temporadas entre Fernando Alonso e a Ferrari, Flavio Briatore minimizou as desavenças e disse que o relacionamento entre piloto e equipe sempre foi bom

O relacionamento entre Fernando Alonso e a Ferrari sempre foi bom, assegurou Flavio Briatore. Algumas rusgas ocorreram devido à falta de resultados, mas nada grave, de acordo com o italiano, que acompanhou o espanhol de perto desde a chegada do piloto à F1.

O ex-chefe de Benetton e Renault disse que “muito nonsense foi dito a respeito dos últimos cinco anos”.

Fernando Alonso trocou a Ferrari pela McLaren neste ano (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

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Alonso, que começou a ter atritos públicos com a Ferrari na metade de 2013, deixou a escuderia de Maranello ao final do campeonato de 2014 para se juntar à McLaren.

“Ele Alonso se sentiu bem na Itália e teve um bom relacionamento com a escuderia e as pessoas que trabalhavam lá. Sim, no fim, houve um ou outro desentendimento com a direção, mas nada sério ou irrecuperável”, falou Briatore ao portal italiano ‘Quotidiano’.

“São apenas coisas que acontecem quando os resultados não vêm”, acrescentou.

Durante os cinco anos de Ferrari, Alonso ganhou 11 corridas e foi vice-campeão três vezes, sempre perdendo o título para Sebastian Vettel — em duas oportunidades, na última corrida do ano.

UM OUTRO MASSA

Confiança renovada. Talvez seja este o principal ponto positivo da mudança de Felipe Massa para a Williams. A troca de equipe no início de 2014, nas palavras do próprio piloto, foi uma virada na carreira. Há um ano na Williams, é Felipe Massa quem faz a avaliação de que sua confiança está “muito acima” do que nos tempos de Ferrari. O que aconteceu entre 2010 e 2013 foi deixado no passado. “Estou muito bem. Consegui dar uma virada naquilo que estava acontecendo e que eu estava passando na Ferrari. Estou muito bem, feliz, 100% motivado e com uma confiança muito acima do que eu estava quando saí da Ferrari”, diz o piloto de 33 anos em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO no motorhome da Williams em Jerez de la Frontera, durante o primeiro teste da pré-temporada.

Confira a entrevista exclusiva completa com Felipe Massa no GRANDE PRÊMIO

MISSÃO A CUMPRIR

"Vou ganhar outro campeonato antes de me aposentar". É o que diz Pat Symonds, diretor-técnico da Williams e um dos pilares do renascimento da equipe de Grove. O veterano falou em uma entrevista ao site oficial da F1 sobre como encontrou a Williams em 2013, o que pensa do futuro da equipe, da categoria e de si mesmo e analisou seus pilotos. 

Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO

 A ODISSEIA DE ANDRÉ SUGUITA
Trader do mercado financeiro, André Suguita, paulista de 34 anos, aproveitou uma pausa em suas atividades em bancos de investimento para montar em um quadriciclo Can-AM Renegade e encarar os 9.295 km do Dakar — 4.752 deles de trecho cronometrado. Recém-chegado da aventura por Argentina, Bolívia e Chile, Suguita conversou com o GRANDE PRÊMIO e deu um relato entusiasmado de sua aventura. Décimo colocado na edição 2015 e primeiro brasileiro a completar o Dakar a bordo de um quadriciclo, André sentiu na pele as dores, os medos e as alegrias da maior prova off-road do mundo. Em ‘A Odisseia de André Suguita’, o GP traz um impressionante relato em três capítulos do brasileiro que realizou um sonho de infância e, de quebra, trouxe na bagagem lições que levará para toda a vida.

Dakar.

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