Button comemora chegada do Liberty Media ao comando da F1 e vê futuro promissor: “Precisamos de ajuda”

Jenson Button acredita que o Liberty Media pode ser um grande aliado na missão de atrair o público jovem para a F1. De acordo com o campeão de 2009, a troca de acionistas é uma forma de “fazer o esporte crescer ao redor do mundo”

Jenson Button, uma das vozes mais experientes do grid da F1, elogiou a chegada do grupo de mídia Liberty Media ao comando do certame. De acordo com Button, os novos acionistas devem ser úteis na árdua missão de conquistar o público jovem.
 
O novo público cairia como uma luva para um esporte que sofre para se reinventar e manter o prestígio de outrora.
 
“Isso certamente vai ajudar no futuro. Muitos esportes estão indo no caminho dos aplicativos, e a F1 está ficando para trás nesse sentido, se distanciando do público jovem. Hoje o público é o pessoal que me viu estrear na F1 e segue vendo F1. Hoje não temos público jovem”, ponderou Button, falando à ‘BBC’
Liberty Media, a nova dona da F1 (Foto: Reprodução)

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O Liberty Media confirmou a compra nesta quarta-feira (7), revelando que comprou a maior parte das ações da CVC – antiga acionista majoritária da F1. Hoje com 18,7%, o grupo passa a ser dono de 35% em 2017.
 
O pagamento da Liberty à CVC se dará, segundo a CNBC, por cerca de R$ 3,5 bilhões em dinheiro, R$ 447,7 milhões em ações do grupo, R$ 1,1 bilhão em instrumento de dívidas passíveis a ser definida pela F1 e que depois será transformado em ações da Liberty Media. O grupo também assume a dívida total que tem a F1, algo próximo de R$ 13,3 bilhões.
 
Com a chegada do grupo, existe a expectativa de que a F1 chacoalhe internamente. As equipes podem virar acionistas do esporte, importante passo para o diálogo com os chefões.
 
“Precisamos de ajuda, esse é o jeito de fazer o esporte crescer ao redor do mundo. E não apenas nos países mais fortes, como Reino Unido, Japão, outros países da Europa”, seguiu Button.
Jenson Button (Foto: Beto Issa)
A aquisição da F1 aconteceu no mesmo dia em que Bernie confirmou que só deve seguir na ativa por mais três anos. O chefão admitiu que não é tão bom em dialogar com o público quanto os dirigentes da Liberty Media. Button concorda, mas elogia Ecclestone.
 
“Concordo com o Bernie que este (mídia) provavelmente não é seu ponto forte. Não acho que ele entenda aplicativos de telefones, então ele ainda precisa aprender muito, e certamente vai”, avaliou Button
 
“Acho que a permanência do Bernie no comando diário é exatamente do que precisamos. Ele tem muita experiência na F1, mantendo o esporte na direção correta”, finalizou.
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