Button revela ponta de frustração por não ter corrido pela Ferrari: “Adoraria ter guiado para eles”

Jenson Button encarou o GP de Abu Dhabi como o último da sua carreira na F1. Uma carreira que compreendeu a conquista de um título mundial e também a chance de ter defendido equipes icônicas como a Williams e a McLaren. O britânico entende que só faltou mesmo ter corrido pela mais vencedora de todas as escuderias: a Ferrari

 

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Jenson Button disputou aquele que considera seu último GP de F1 no último domingo (27), em Abu Dhabi. O britânico, dono de uma carreira laureada na F1, disputou 305 provas, sendo o terceiro de jornada mais longeva no esporte — atrás apenas de Rubens Barrichello e Michael Schumacher —, e defendeu sete equipes: Williams, Benetton, Renault, BAR, Honda, Brawn — onde se sagrou campeão do mundo, em 2009 —, e a McLaren, onde se tornou o segundo piloto com mais corridas na história da equipe, com nada menos que 135 largadas. Apenas David Coulthard tem mais GPs disputados pela equipe de Woking, com 150 GPs.

 
Mas Button entende que faltou uma equipe para ter uma carreira completamente realizada na F1. “Se fosse a situação certa, claro, adoraria ter guiado pela Ferrari. Queria guiar por três equipes da F1 quando cheguei, e elas eram Williams, Ferrari e McLaren, e guiei para duas delas”, revelou o britânico de 36 anos em entrevista a Eddie Jordan, ex-chefe de equipe e âncora do programa ‘Top Gear’.

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Jenson Button realizou quase tudo o que sonhou enquanto esteve na F1: menos ter sido piloto Ferrari (Foto: McLaren)
“Houve uma oportunidade em algum momento, mas pensei que este era o melhor lugar para se estar”, comentou o piloto que, nas últimas temporadas, chegou a ser apontado como possível contratado da Ferrari. Os rumores aumentaram entre 2012 e 2013, quando boa parte da imprensa internacional ligou Button ao time de Maranello como sucessor de Felipe Massa, o que acabou não acontecendo. Jenson seguiu na McLaren e a Ferrari trouxe de volta Kimi Räikkönen para ocupar o lugar do brasileiro a partir de 2014.
 
Button também falou sobre o atual panorama da F1 para os pilotos mais jovens. O britânico chegou ao grid do Mundial em 2000 depois de vencer uma espécie de ‘vestibular’ contra o brasileiro Bruno Junqueira. Mesmo com pouca experiência, Jenson se saiu melhor que o mineiro e ganhou a vaga na Williams, despontando para o sucesso no esporte.
 
Mas o britânico entende que os tempos são bem diferentes hoje e traçou como paralelo outro jovem que vai fazer sua estreia na F1 pela Williams. Em 2017, a escuderia de Grove vai contar com o canadense Lance Stroll, de apenas 18 anos. Stroll chega como o atual campeão da F3 Europeia, mas chama mais a atenção pelo dinheiro do pai bilionário Lawrence Stroll, que proporciona ao filho a chance de executar muitos testes e acumular muita quilometragem com um carro de F1 antes da sua estreia.
 

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“É mais fácil se você tem talento. Para mim, não tinha experiência quando cheguei à F1. Não tinha ideia de como acertar o carro. Tive um ano na F-Ford, um ano na F3 e então veio a F1. Não tinha simuladores, nem tantas informações. Agora, os pilotos tem horas e horas no simulador, como o Stroll, que tem sua própria equipe de teste, até onde ouvi”, comentou.

 
“Ele fez todos os circuitos sozinho com uma Williams de dois anos atrás. Nós não tínhamos nada disso naquela época. Fomos lançados sem estarmos completamente preparados, e então nossos motores explodiam. Completávamos uma volta, e então ele explodia. Então, para a primeira corrida, eu nem tinha super licença”, lembrou o campeão mundial de F1. 
 
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