Button volta em boa forma e Toro Rosso pinta como surpresa. Já Williams deve esperar o de sempre em Mônaco: o pior

A abertura dos trabalhos em Mônaco nesta quinta-feira teve a Ferrari de Sebastian Vettel quebrando o recorde da pista e a Mercedes enfrentando dificuldades de encontrar a melhor temperatura dos pneus ultramacios. Jenson Button andou muito bem no seu retorno à F1, e a Toro Rosso indicou que pode brilhar no domingo. E, mais uma vez, a Williams mostrou que não dá para se esperar muita coisa em Mônaco. Ainda mais com Lance Stroll

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Fosse Kimi Räikkönen, certamente diria algo do tipo: “Ainda é quinta-feira”. De fato, o primeiro dia de atividades em um fim de semana de GP na F1 pode não ser totalmente conclusivo, mas traz alguns indicativos para o que vem por aí. Na abertura dos trabalhos visando o GP de Mônaco, sexta etapa da temporada 2017, o que se viu foi a Ferrari lidando muito melhor com os pneus em relação à Mercedes, sobretudo no período da tarde. Se a Mercedes enfrentou problemas, pior foi a Williams, que traz a perspectiva de outro fim de semana difícil em Mônaco. Diferente da Toro Rosso, que foi a grande surpresa do dia, e da própria McLaren, que indica ter chance até razoáveis de pontuar na corrida deste domingo.

 
Sobre a Mercedes, o que se busca são respostas para entender o que de fato houve quanto ao rendimento dos pneus à tarde. “Nós fomos bem no primeiro treino, mas algo deu errado nesta sessão. Nós precisamos entender o que aconteceu. Estava muito bem pela manhã, mas nesta tarde, por algum motivo, os pneus não funcionaram. Isso é algo que precisamos estudar e corrigir para o sábado. Temos dois dias para trabalhar no carro”, afirmou Hamilton em entrevista à emissora Sky Sports.
 
Por outro lado, Vettel se mostrou bem mais satisfeito com o trabalho realizado durante a quinta-feira. “Foi um dia produtivo. Não sei o que aconteceu com a Mercedes hoje. Tenho certeza de que houve um motivo e que eles vão voltar com força total no sábado. Está muito apertado, também com as Red Bull”, analisou o tetracampeão.
A Toro Rosso causou ótima impressão na abertura dos trabalhos em Mônaco (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
Mas a quinta-feira (25) de treinos livres mostrou que a corrida pode apresentar boas surpresas. A principal delas, por tudo o que se viu nas duas sessões, é que a Toro Rosso andou muito bem e com seus dois carros. No primeiro treino, Daniil Kvyat e Carlos Sainz fizeram suas melhores voltas com pneus supermacios, contra todo o resto de ultramacios. E, ainda assim, se colocaram no rol dos dez primeiros. No treino da tarde, com os STR12 calçados com os pneus ‘roxos’, Kvyat e Sainz se encaixaram ali no top-5. Um baita resultado.

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Em entrevista ao site espanhol ‘Soy Motor’ logo após a sessão, Sainz obviamente aprovou o resultado, mas não se ilude e prefere ser cauteloso e trabalhar duro para manter a boa forma na sequência do fim de semana.

 
“Acho que fizemos o que tínhamos de fazer nesta quinta-feira em Mônaco, que é ir construindo pouco a pouco, testar uma série de acertos diferentes para ganhar confiança no carro. E agora que chegou o fim do dia, estamos, acho, bem felizes como um todo. Obviamente, de quinta-feira a sábado muitas coisas podem mudar, de modo que não podemos ficar satisfeitos com esse resultado, já que todo mundo vai melhorar para sábado”, disse o talentoso espanhol.
 
Mesmo considerando que as Mercedes não estão onde deveriam estar, ainda assim a Toro Rosso se coloca como quarta força e até em condições de encarar de igual para igual a matriz Red Bull, que também se apresentou bem nos dois treinos: na manhã, Max Verstappen foi o melhor dos taurinos, enquanto Daniel Ricciardo garantiu a melhor volta à tarde. 
 
Foi uma performance que mostra que tanto o chassi da Red Bull como o da Toro Rosso são bem equilibrados, e isso é fundamental para o sucesso em Mônaco. É sempre bom recordar que o GP de Mônaco foi a melhor prova da Red Bull no ano passado, com direito a pole para Ricciardo, que só não venceu em razão de um grande erro da equipe na sua parada para troca de pneus.
Enferrujado? Button andou bem e mostrou que a McLaren pode até pontuar neste domingo (Foto: McLaren)
Outra bela surpresa neste início de fim de semana em Monte Carlo é o bom desempenho da McLaren. Nem era esperado que Jenson Button andasse tão bem, uma vez que seu primeiro contato real com o MCL32 foi logo hoje. Mas o campeão de 2009 pegou rápido a mão do carro e mostrou que não está enferrujado, pelo contrário. 
 
Button andou bem, no mesmo ritmo de Stoffel Vandoorne. Os dois tiveram um dia muito bom, com 152 voltas ao todo e nenhum grande problema. A dupla conseguiu terminar o dia à frente da Williams e indica que, logo na corrida em que Fernando Alonso está ausente, há uma chance real de conquista dos primeiros pontos da temporada. Tão logo terminou sua jornada, Button se mostrou surpreso com o nível de aderência e revelou que teve de mudar a forma de pilotar em Mônaco, sobretudo nos trechos de frenagens.
“Não perdi a mão da pilotagem na F1. É um grande privilégio guiar aqui em Mônaco, e hoje foi muito divertido. Tão logo deixei os pits, tudo fluiu muito naturalmente. O mais complicado é quando você olha no seu retrovisor e um ou outro carro passa, e o tamanho dele é gigantesco. Você se sente muito desconfortável porque você acha que vai estar muito mais perto do guard-rail, mas seu carro se encaixa como uma luva”, declarou o britânico.
 
“A meta é continuar me divertindo e provar a mim mesmo. Estou curtindo muito guiar este carro e, com as atualizações, esperamos que possamos tirar muito mais do carro. Eu guiei um carro de rallycross em janeiro e foi tudo o que pilotei desde Abu Dhabi em novembro. Tive um dia em um carro completamente diferente de um F1 em sete meses. Pensei que iria estranhar, mas não foi o caso, o que é bom”, destacou.
 
E por falar na Williams… ah, Williams. Na última quarta-feira, Felipe Massa chegou a dizer que estava um pouco mais otimista com o ritmo do carro neste circuito onde a equipe foi muito mal nos últimos anos. Mas, a julgar pelas primeiras impressões do FW40 em Monte Carlo, parece que o brasileiro vai sofrer muito para tentar colocar seu carro no Q3 no sábado e na zona de pontuação no domingo. 

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Ao fim da sessão, Massa entende que ainda é cedo para fazer uma análise sobre os trabalhos nos treinos. "Foi um primeiro dia típico de Mônaco realmente. Tivemos de tentar entender tudo: os pneus, o equilíbrio, e também se acostumar à pista com o carro novo e as novas regras. Então foi um dia de aprendizagem. Feliz talvez não seja a melhor palavra para descrever porque não estamos em uma boa posição, mas estamos um pouquinho melhores do que nos anos anteriores. Vai ser uma briga grande com muitas equipes, mas vamos fazer o que puder. E espero que a gente entenda tudo para melhorar para a classificação".


Para piorar, a Williams só conta com Felipe, porque já está provado por A + B que Lance Stroll não cabe em uma equipe de tão grande história e que almeja voltar ao top-4 do Mundial de Construtores. O acidente sofrido no treino da tarde apenas atesta que o canadense ainda está muito verde para o negócio. 
 
Logo após a sessão, Stroll filho ignorou o acidente em Mônaco. “Isso acontece… Se você não encostar no guard-rail em Mônaco, você não está no limite. Então, ao menos sei que eu estava acelerando. Sei onde preciso estar agora no sábado e tenho o terceiro treino ainda para dar a volta por cima”, disse.
 
Aliás: será que ele achou engraçado a batida (mais uma) na temporada? Talvez nem seu pai e mecenas, Lawrence Stroll, e tampouco a cúpula da Williams, mesmo com toda a grana embolsada para dar uma vaga a Lance.
GENIAL, ALONSO FOI ESPETACULAR NA CLASSIFICAÇÃO EM INDIANÁPOLIS E ENTRA NO PÁREO PELA VITÓRIA

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