Chefe da Honda deixa dinamômetro de lado, revela mudanças no desenvolvimento do motor e aposta em evolução
Yusuke Hasegawa contou que deixar os testes no dinamômetro em segundo plano porque os resultados são mais reais quando apresentados na pista pelo motor propriamente dito, diferente do que acontece quando um protótipo monocilíndrico é construído para as avaliações prévias. O chefe da Honda confia em uma melhora significativa com a introdução de um novo MGU-H
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Depois de detectar problemas no dinamômetro, banco de provas para testar as atualizações do motor antes de efetivar as mudanças na pista, a Honda optou por mudar o conceito do desenvolvimento da sua unidade de potência ao longo da temporada. A fábrica de Sakura, que ainda não conseguiu encontrar a melhor relação entre potência e confiabilidade, praticamente deixou de lado o uso do dinamômetro e vai trabalhar em testes diretamente no motor V6.

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“Demoramos muito para resolver os problemas do MGU-H. Tínhamos pequenos problemas no motor, e a área específica da unidade de potência é difícil de entender no dinamômetro”, explicou.
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