Chefe da Red Bull diz que domínio da Mercedes “não é saudável” para F1 e alerta para queda de audiência

Christian Horner entende que a fase de domínio de uma única equipe na F1 não é saudável para o esporte e espera que o novo conjunto de regras para 2017 consiga, de fato, reordenar a hierarquia de forças da F1, enfraquecendo a Mercedes, que venceu tudo nos últimos três anos

 

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Chefão da Red Bull, Christian Horner espera ver em 2017 mais equipes na briga por vitórias e pelo título, em uma fase diferente da vista nos últimos três anos, quando a Mercedes dominou o Mundial, vencendo três campeonatos consecutivos — neste período todo, apenas a esquadra austríaca e a Ferrari obtiveram triunfos: cinco dos tetracampeões e três dos italianos. O dirigente inglês acha que a F1 viveu uma era "pouco saudável" por conta da superioridade imposta pelo time alemão desde a introdução dos motores V6 híbridos em 2014.

 
Ainda, Horner entende que a previsibilidade dos resultados cobrou seu preço em termos de popularidade e audiência, prejudicando a maior categoria do automobilismo no mundo. Agora, diante de um novo conjunto de regras, a esperança é que as escuderias consigam se colocar mais próximas da tricampeã Mercedes.
 
O foco do novo regulamento é a aerodinâmica ao invés da potência. Os carros serão mais rápidos que os atuais, contando também com pneus mais largos, o que pode gerar disputas mais acirradas e ultrapassagens. 
Christian Horner quer mais gente na disputa por vitórias em 2017 (Foto: Getty Images)

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"Acho que podemos ver o que aconteceu só analisando os números da audiência, especialmente quando se sabe quem vai largar da pole ou vencer a corrida – e a Mercedes ganhou 51 das 59 provas nas últimas três temporadas. Quer dizer, isso não é uma situação saudável", afirmou o inglês em entrevista à ESPN. "E você não pode culpar o público", completou.

 
"Mas nós vimos no fim de 2016 que provas como as do México e do Brasil podem mudar as coisas e realmente estimular a emoção. Só é preciso esse tipo de corrida, então é o que deveríamos fazer nos próximos 20 GPs. Espero que, em 2017, possamos embaralhar um pouco as cartas. Mas o que de fato precisamos é que duas ou três equipes entrem em uma disputa real pela vitória", acrescentou.
 
"As mudanças nas regras não são tão radicais quanto as de 2008 e 2009, mas são razoáveis. E podem mesmo mudar a ordem das coisas, mas só o tempo dirá. Talvez dê menos vantagem à Mercedes. Porém, até disputarmos as primeiras três corridas será impossível dizer alguma coisa", encerrou o chefe da Red Bull, equipe que dominou a F1 entre 2010 e 2013.
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