Chefe da Sauber descarta ano de transição em 2017 e diz que objetivo é um só: voltar ao pelotão intermediário

Chefe da Sauber, Monisha Kaltenborn insistiu em dizer que a Sauber não vai passar por uma temporada de transição em 2017 por conta da chegada dos novos proprietários. A dirigente acha que o único objetivo agora é dar um “grande passo” à frente

 

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Mesmo após a venda da equipe para o grupo Longbow Finance e das novas contratações para o time técnico, a chefe Monisha Kaltenborn insistiu em dizer que a Sauber não vai passar por uma temporada de transição em 2017. A esquadra suíça viveu uma metade de campeonato neste ano bastante delicada, quando enfrentou sérios problemas financeiros, mas acabou salva pelo negócio feito com os novos investidores.

 
Com a chegada da nova proprietária, Peter Sauber deixou de vez o comando da empresa e se aposentou, mas Kaltenborn permaneceu como chefe de equipe. Aos poucos, a situação foi melhorando, bem como o desempenho do carro. Os salários, todos eles, voltaram a ser pagos em dia, e a equipe trouxe bons reforços na área técnica, como o engenheiro Xevi Pujolar e a estrategista Ruth Buscombe, além de Jörg Zander, contratado para ser o novo diretor-técnico.
 
Diante do cenário, a dirigente apenas espera que a esquadra possa dar um passo à frente em 2017. "Não é um ano de transição. Temos uma visão já preparada para as próximas temporadas", afirmou Monisha em entrevista à revista inglesa 'Autosport'.
Monisha Kaltenborn diz que alvo é voltar ao pelotão intermediário do grid em 2017 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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"Tudo o que queremos para o primeiro, vamos conseguir. O alvo claramente é dar um grande passo à frente, voltar ao pelotão intermediário e seguir de lá. Na verdade, o próximo ano será crucial", completou.

 
A Sauber seguiu zerada até o GP do Brasil, onde Felipe Nasr chegou em nono e somou os dois únicos pontos do time na temporada 2016. O desempenho do brasileiro colocou a equipe suíça na décima colocação no Mundial de Construtores, o que deve render uma premiação de cerca de US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 45 mi) ao time. Mas a chefe acha que a equipe, apesar dos investimentos e dos ganhos pela performance 2016, vai precisar de mais patrocinadores.
 
"Temos de procurar mais patrocínios. Mas acho que teremos pessoas interessadas. Eles estão vendo que há uma mudança aqui, uma grande mudança e que por que não fazer parte dela? É apenas uma atmosfera positiva", encerrou.
 
A esquadra já fechou a renovação com Marcus Ericsson, mas ainda não definiu quem vai pilotar o segundo carro. Nasr ainda segue tentando assegurar uma vaga, mas, neste momento, a situação é mais complicada porque o brasiliense perdeu o apoio do Banco do Brasil. Além disso, a Mercedes está tentando também garantir um lugar para Pascal Wehrlein. Só que as negociações estão travadas, devido a incerteza da equipe prata sobre quem vai ocupar o cockpit de Nico Rosberg.
 
A Sauber decidiu esperar a decisão da campeã do mundo e optou por só anunciar seu segundo piloto só no início de 2017.
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