Chefe da Toro Rosso nega medo de punições por falta de confiabilidade e diz que Honda “tem muito potencial”

Franz Tost, chefe da Toro Rosso, negou que tenha medo de sofrer com muitas punições por uso de mais que o limite de partes da unidade de força, assim como aconteceu tanto para a equipe quanto para a nova fornecedora, a Honda, em 2018. O limite será menor no próximo ano

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É apenas dezembro. A temporada 2018 do Mundial de F1 começa apenas no fim de março, com o GP da Austrália, mas pelos lados da Toro Rosso já se fala das preocupações do ano ao lado da Honda. A nova parceria requer mudanças para as duas partes, mas o chefe da equipe italiana, Franz Tost, nega que exista um medo recorrente quanto às punições que possam surgir no caminho.

 
A discussão é válida porque tanto a Toro Rosso – então com motores Renault – quanto a Honda – então servindo a McLaren -, sofreram muitas punições por excederem o limite de quatro peças de motor por temporada em 2017. Tal limite será menor, de apenas três, em 2018.
 
"Antes da qualquer coisa precisamos provar o motor do ano que vem e só depois podemos pensar em possíveis punições. Mas, de qualquer forma, está logo ali", disse. "O motivo pelo qual quisemos trabalhar com a Honda é que estamos convencidos que a marca japonesa tem muito potencial, é uma fábrica mundialmente reconhecida e com fantástica história no automobilismo", seguiu.
 
Os elogios para a nova parceria não pararam por aí. "É um grande orgulho para a Toro Rosso trabalhar com uma parceira tão singular. Agora o momento é de planejar atividades. Esperamos levar a operação completa, da Toro Rosso à Honda, ao sucesso", falou.
 
Tost admitiu que a equipe precisa contratar pessoal para se adequar à Honda. Da mesma forma, aliás, a marca japonesa está mudando o topo de sua operação para inaugurar uma nova era na F1.
Este aí é chefão da Toro Rosso, Franz Tost (Foto: Beto Issa)
"A teoria é uma coisa, mas construir toda a infraestrutura é outra história. Tudo isso leva tempo, e sei que precisamos de algo urgente na parte de pequisa e desenvolvimento Estamos contratando gente nova porque precisamos", seguiu.
 
"Temos um plano completamente diferente para 2018, queríamos utilizar toda a parte traseira da Red Bull, mas já não será assim porque teremos um motor diferente. Desta feita, precisamos contratar gente para que esse projeto tenha um final bem sucedido. É tudo um processo normal", encerrou.
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