Chefe da Williams admite que direção errada quanto ao desenvolvimento do carro provocou queda de rendimento em 2016

Chefe-adjunta da equipe que leva o sobrenome de seu pai, Claire Williams reconheceu que o time sofreu uma queda drástica de rendimento nos dois últimos anos por ter seguido uma direção equivocada quanto ao desenvolvimento do carro. Depois de terminar as temporadas 2014 e 2015 na terceira colocação, a esquadra fechou este ano na quinta posição

 

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A Williams seguiu por um caminho errado quanto ao desenvolvimento de carro ao longo das duas últimas temporadas da F1, de acordo com a chefe-adjunta Claire Williams, também filha do fundador da tradicional equipe, Frank. E essa decisão provocou a quada de rendimento do time em 2016.

 
A verdade é que a esquadra inglesa deu um grande salto de qualidade no início da era dos motores V6 híbridos, em 2014, quando terminou o campeonato na terceira colocação, tendo cravado uma pole com Felipe Massa na Áustria e mais nove pódios – seis com Valtteri Bottas e três com o brasileiro. 
 
No ano seguinte, o time sofreu uma queda de rendimento, especialmente a partir da metade da temporada, mas foi capaz de se manter no top-3. Agora, em 2016, o desempenho caiu drasticamente. O time de Grove foi ao pódio uma única vez, no GP do Canadá com Bottas, e terminou o Mundial apenas em quinto, perdendo espaço para Red Bull e Force India.
Claire Williams reconheceu os erros da Williams nos últimos anos (Foto: Williams)

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Por isso, a dirigente entende que o problema foi a direção escolhida pela equipe no que diz respeito a evolução técnica, insistindo que o carro de 2014 era forte o suficiente para ter sido melhorado nas temporadas seguintes.

 
"Em 2013, tivemos um carro complicado e queríamos remover todos os problemas", afirmou Claire. "Acho que o que aconteceu depois da temporada 2014, em 2015 e 2016, foi que seguimos em uma direção errada com o nosso trabalho de desenvolvimento, bem como com as atualizações que fizemos ao longo do ano", completou.
 
"Então, acho que o conceito base real do carro era realmente forte, mas creio que o rumo tomando no desenvolvimento, junto com o fato de que tivemos regulamentos mais estáveis e pouco espaço para manobra dentro dessas regras, acabou por agravar a questão", admitiu chefe inglesa.
 
Williams acredita ainda que o time tinha um orçamento forte para ter se mostrado mais competitivo se não tivesse seguido por essa direção equivocada. "Não acho que o nosso desempenho de 2016 tenha sido resultado do nosso orçamento. Não gosto de falar em restrições, porque creio que temos um orçamento saudável. Nós tivemos fortes resultados do ponto de vista financeiro. Nós apenas não tomamos as decisões certas", reconheceu.

Recentemente, a equipe inglesa anunciou a saída de Pat Symonds do cargo de diretor-técnico. O time não informou quem vai assumir o posto de chefia do setor técnico para 2017.

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