Chefe de performance da Williams lamenta fim de semana difícil na Inglaterra e fala em corrida para esquecer

O GP da Inglaterra foi aguardado com muita ansiedade pela Williams. Não só por ser a corrida em casa para a equipe, mas também pela chance de reação após o fim de semana do GP da Áustria. Mas deu tudo errado para a equipe de Felipe Massa e Valtteri Bottas, que sequer foram aos pontos. Rob Smedley, chefe de performance, falou em uma corrida para esquecer

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Às vésperas do GP da Inglaterra, o discurso da Williams, desde seus pilotos e também da sua equipe técnica, era um só: esperança de bons resultados em razão do bom histórico do time em Silverstone e também pela expectativa de reação após um decepcionante GP da Áustria. Mas deu tudo errado para a escuderia de Grove, que sofreu muito no último domingo (10) e sequer foi aos pontos. Na visão do chefe de performance, Rob Smedley, o GP da Inglaterra foi uma corrida para esquecer.
 
Tanto Massa como Bottas terminaram uma volta atrás do vencedor, Lewis Hamilton. O brasileiro cruzou a linha de chegada apenas em 11º, enquanto Valtteri terminou em 14º. O resultado ruim em Silverstone reflete na tabela do Mundial de Construtores. A Williams somou apenas 11 pontos nas últimas três corridas, enquanto a Force India acumulou 31 e a Red Bull, 68.

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A Williams chegou até a liderar o GP da Inglaterra do ano passado, mas foi muito mal em 2016 (Foto: Getty Images)
Não à toa, a Williams tem 92 pontos em dez corridas na temporada, enquanto a Red Bull soma 198. A Force India está cada vez mais perto da Williams, apenas 19 pontos atrás, se colocando com força na luta pelo quarto lugar.
 
“Simplesmente não tivemos ritmo. Além disso, Felipe ficou sem pneus no fim, de modo que tivemos de entrar nos boxes e perdemos a chance de pontuar. Foi uma corrida para esquecer, de verdade, de modo que não vou pensar muito nisso”, declarou o britânico.
 

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“A chuva no começo fez com que nossas decisões se tornassem difíceis, mas ao menos fizemos as chamadas de boxes corretas, não fizemos nada muito diferente dos demais, apesar da nossa parada extra com Felipe. O carro não era suficientemente rápido para fazer mais progressos na corrida”, emendou o experiente engenheiro.

 
E se a corrida em Silverstone não foi das melhores, Hungaroring, palco da 11ª etapa da temporada, tende a ser ainda mais difícil para a Williams, já que o circuito magiar, bem mais lento e travado, não é dos mais adequados ao FW38. O GP da Hungria acontece em 24 de julho.
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