Chefe diz que proibição de uso de ‘push’ por Bottas no GP da Bélgica foi “mal entendido”

Após não ter liberado o uso de um 'push' durante o GP da Bélgica, Valtteri Bottas disse que "nunca tinha ouvido isso". Para Toto Wolff, apenas problema de comunicação

Se passava a sexta volta do GP da Bélgica do último domingo (30), quando a Mercedes foi questionada por Valtteri Bottas se ainda havia um ‘push’ disponível para que ele pudesse brigar pela liderança contra Lewis Hamilton. A equipe informou ao piloto que sim, mas que ele não deveria usar com o companheiro. O finlandês retrucou: “nunca ouvi isso”.

O princípio de ‘climão’ precisou ser esclarecido, ou ao menos colocado de lado, por Toto Wolff, comandante da Mercedes. Segundo ele, foi apenas um erro de comunicação.

“Não há regras para as disputas entre nossos dois pilotos. Eles são livres e têm permissão para brigar entre si”, disse Wolff. “Mas pela manhã havíamos discutido e concordado que, já que temos um número limitado de ‘pushs’, tentaríamos não usá-los um contra o outro, ou ao menos o último um contra o outro”, continuou.

Valtteri Bottas foi ao pódio em segundo na Bélgica (Foto: Mercedes)

A ideia, segundo Wolff, foi segurar para uma possível necessidade contra, por exemplo, Max Verstappen, que vinha logo atrás de Bottas.

“Sem há essa possibilidade. Era disso que estávamos falando. Foi talvez um mal entendido na comunicação entre Valtteri e alguns de nossos caras, e por isso reiteramos nosso pedido”, concluiu.

Bottas acabou de fato em segundo e foi a 107 pontos, três atrás de Verstappen e 50 distante de Hamilton, o líder.

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