Com atualizações no chassi e motor, Pérez e Ocon esperam desafio físico para fim de semana do GP da Malásia

Enquanto a Force India trabalha para entregar aos seus pilotos um carro para figurar nos pontos em todas as seis provas que restam até o fim da temporada, Sergio Pérez e Esteban Ocon voam para a Malásia cientes do desafio físico que vão enfrentar em razão do forte calor e da umidade. A dupla lamentou a saída de Sepang do calendário do Mundial de F1

A Force India vai encarar a 15ª etapa da temporada 2017 do Mundial de F1 confiante em dar outro salto de qualidade nesta reta final e novamente garantir a Sergio Pérez e Esteban Ocon condições de somar bons pontos e consolidar cada vez mais a equipe como quarta força do grid. Neste fim de semana, em Sepang, a forte dupla de pilotos vai contar atualizações significativas no VJM10 e espera também fazer uso da nova versão do motor Mercedes, fator importante em razão dos rápidos trechos do seletivo circuito malaio.

Pérez e Ocon, já garantidos para a próxima temporada da F1 com a Force India, esperam enfrentar um grande desafio físico em razão do forte calor e da alta umidade relativa do ar. Segundo o site especializado ‘Accuweather’, a previsão indica que a sensação térmica poderá facilmente passar dos 40ºC durante o fim de semana.

 
Diretor-técnico da Force India, Andy Green explicou ao site norte-americano ‘Motorsport.com’ os trabalhos que foram feitos visando o GP da Malásia e os objetivos até o fim da temporada. “Vamos ter algumas peças novas para a Malásia. Haverá alguns ajustes aerodinâmicos no chassi. Ainda há muitas coisas para fazer, tudo é relevante para o próximo ano, de modo que continuamos lutando”, declarou o engenheiro.
 
Foi com a nova versão do chassi que Pérez alcançou um bom quinto lugar no último GP de Singapura. No entanto, Green lembrou que ainda resta algum ajuste fino no carro visando a reta final do campeonato.
A Force India vai contar com atualizações no chassi e também no motor Mercedes em Sepang (Foto: Force India)
“O pacote de Singapura era bastante novo, de modo que haverá mais algum trabalho. Definitivamente, não encontramos o ponto ideal, como ficou demonstrado na classificação, então há muitas coisas a fazer. Definitivamente, mudamos o carro, então precisamos trabalhar um pouco. Mas há mais por vir. Esperamos que nosso objetivo seja somar pontos com os dois carros em cada corrida até o fim da temporada”, acrescentou.
 
Ainda bastante abalado pela tragédia causada pelo terremoto no México na semana passada, Sergio Pérez vai a Sepang com boas lembranças de um momento marcante na carreira. “A Malásia significa muito para mim. Foi lá que consegui meu primeiro pódio na F1, em 2012”, lembrou o mexicano nascido em Guadalajara.
 
“Depois de Singapura, é outra corrida muito física, em que o calor se faz sempre presente. Acho que, no ano passado, foi a prova mais quente que já fiz em toda minha carreira, então espero suar muito no domingo. O clima é tão imprevisível que pode cair um temporal e depois secar de novo em cinco minutos por conta do calor e da umidade”, salientou ‘Checo’, que lamentou a saída de Sepang do calendário da F1.
Esteban Ocon aposta em dificuldades proporcionadas pelo forte calor e a alta umidade relativa do ar na Malásia (Foto: Force India)
“A cada ano, a Malásia vem sendo uma corrida especial em razão do calor e das características da pista, portanto vou ficar triste por Sepang sair do calendário. Espero ver todos os fãs da Malásia em alguma outra corrida e espero que eles nos acompanhem”, completou.
 
Ocon também se mostrou um grande fã do circuito malaio e, assim como Pérez, espera ter muitas dificuldades para lidar com o aspecto climático. Por outro lado, o francês também lamentou pelo fim do ciclo da Malásia como corrida do Mundial de F1.
 

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“Sepang é uma pista maravilhosa. Adoro, de verdade. Gosto das chicanes, e há muitas na Malásia, com algumas combinações entre curvas rápidas e de média velocidade. Quando você tem um carro bom na classificação, você então tem muita aderência, e isso é prazeroso”, declarou.

 
“Por outro lado, é muito complicada em razão do calor e da umidade. A chuva pode desempenhar um grande papel, ao menos é o que me dizem. No ano passado, todo mundo me falou isso, mas no fim das contas fez sol em todo o fim de semana. É triste que corramos aqui pela última vez porque é uma pista incrível. Vou sentir falta”, finalizou Esteban, oitavo colocado na temporada 2017 da F1.
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