Com foco maior no desenvolvimento dos carros de rua, Ford opta pelo Endurance e descarta retorno à F1: “É muito cara”

A marca do oval azul, que fez história na F1 com nada menos que 176 vitórias, 139 poles, 535 pódios em 567 GPs disputados, incluindo aí dez títulos do Mundial de Construtores e outros 13 de Pilotos não tem o menor interesse, ao menos por enquanto, em voltar à categoria. Atualmente, o investimento é maciço nas corridas de longa duração, desenvolvendo o Ford GT visando o mercado dos carros de rua

 

A Ford é uma das marcas mais icônicas do automobilismo como um todo e, em especial, também da F1. Afinal, foram nada menos que dez títulos do Mundial de Construtores conquistados e outros 13 do Mundial de Pilotos ao longo de 567 GPs disputados. Lendas do automobilismo como Graham Hill, Jackie Stewart, Emerson Fittipaldi, James Hunt, Nelson Piquet e Michael Schumacher chegaram ao Olimpo do esporte com os carros empurrados por motores do oval azul. Entretanto, a marca, que venceu pela última vez em 2003 — com Giancarlo Fisichella — e deixou o grid no ano seguinte, não tem o interesse em voltar à F1. 

 
No momento, e até 2020, pelo menos, quatro montadoras fazem parte da F1 como fornecedora de motores: Ferrari, Mercedes, Renault e Honda. Entretanto, os custos aumentaram de forma significativa com a adoção do novo regulamento de motores a partir de 2014, quando a F1 adotou a nova especificação dos motores híbridos turbo V6. Os custos ficaram proibitivos para a Cosworth, por exemplo, que saiu do grid em 2013.

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Sem interesse na F1, a Ford foca seus esforços em projetos como o do Endurance (Foto: Ganassi)
Mesmo que a F1 providencie mudanças nas regras para valer a partir de 2021, não faz parte dos planos da Ford um eventual retorno à categoria. O principal foco da Ford no esporte a motor tem sido o desenvolvimento de tecnologias para carros de rua. Assim, a parceria com a Ganassi para a evolução do Ford GT, que disputa provas de Endurance tanto no IMSA — como nas 24 Horas de Daytona — e também no WEC, atende de forma definitiva aos anseios da marca.
 
“Não estamos de olho na F1. Não nos vemos envolvidos na categoria em curto prazo. A F1 é muito cara”, avaliou Dave Periack, diretor da Ford Performance, em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.
 
“Se você analisar cada categoria em que estamos agora, há uma relevância para todas as metas e objetivos que temos, desenvolvendo nossas ferramentas, nossa tecnologia e nosso pessoal para logo passar isso para os carros de rua. Cada categoria em que estamos tem isso”, disse.
 
Além de contribuir de forma fundamental para os objetivos de trazer novas tecnologias para os carros de rua, a Ford vai pavimentando o caminho do sucesso no Endurance. Prova disso foi o êxito. Com o Ford GT #66 da Ganassi, Dirk Müller, Joey Hand e Sébastien Bourdais conquistaram a vitória nas 24 Horas de Daytona no último domingo na classe GTLM, fechando em quinto na classificação geral, apenas sete voltas atrás do protótipo vencedor, o Cadillac DPi #10 de Ricky e Jordan Taylor, Max Angelelli e Jeff Gordon.
 
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