Com nome a ainda ser anunciado, carro da Ferrari para 2017 passa no teste de impacto da FIA

A Ferrari está liberada para seguir evoluindo seu carro para 2017 e para participar dos primeiros testes da F1 em Barcelona. Os italianos, nesta sexta-feira, foram aprovados no teste de impacto da FIA

 

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A Ferrari foi mais um time a passar pelo teste de impacto da FIA. O 668 – nome provisório do carro do time italiano -, completou as duas fases do crash-test, concluindo o procedimento antes da Haas, equipe parceira da Ferrari que só fez o primeiro dos testes, ainda sem ter o chassi aprovado.

 
Os italianos, para 2017, não tiveram pressa na montagem do carro, encarando o crash-test depois de equipes como a Sauber, a Red Bull, a Toro Rosso, a McLaren e a Force India. Agora, a Ferrari vai trabalhar no segundo bólido do time, já visando os testes do final de fevereiro em Barcelona.
 
O novo modelo será apresentado ao público dentro de quase um mês, no dia 24 de fevereiro, mesma data escolhida pela McLaren para lançar seu novo carro.
A Ferrari foi mais uma a passar no crash-test da FIA (Foto: Ferrari)
A pré-temporada será dividida em duas sessões de quatro dias cada. A primeira delas acontece entre 27 de fevereiro e 2 de março, enquanto a derradeira sessão ocorrerá entre 7 e 10 de março, se encerrando duas semanas antes da abertura do Mundial de F1, em Melbourne, com a disputa do GP da Austrália.
 
No ano passado, a Ferrari foi tida como uma das grandes decepções. Para quem prometia brigar até por título com a Mercedes, o terceiro lugar geral teve um gosto bastante amargo, com os italianos tendo terminado ainda atrás da Red Bull.
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Prost descarta culpa em acidente com Senna no Japão em 1989: “Se tivesse aberto a porta, não teria feito a chicane”

Alain Prost recordou uma das grandes polêmicas da história da F1. 28 anos após a decisão do título de 1989, o francês deu seu veredito sobre o famoso acidente com Ayrton Senna no GP do Japão, em Suzuka. Na ocasião, os dois pilotos da McLaren se tocaram em uma chicane, incidente que acabou por zerar as chances de título de Senna. Mesmo sendo visto como culpado por muitos, Prost garante: ninguém teve culpa de nada no toque.

Em entrevista à revista britânica ‘F1 Racing’, Prost recordou o desenrolar do fim de semana do GP do Japão de 1989. O francês diz que não tinha problemas em ser ultrapassado pelo brasileiro – o problema é que Senna chegou muito rápido, o que resultou em um acidente de corrida.

“Não houve culpa. Eu conheço um monte de gente…talvez eles não entendam”, disse Prost. Depende muito se são fãs de Ayrton ou meus. Eu estava com tudo sob controle nessa corrida. Realmente, tudo sob controle. Antes da prova, eu disse a Ron [Dennis, chefe de equipe da McLaren na época] e a Ayrton que se eu me encontrar na situação que tenho de estar, eu vou abrir a porta, porque eu já tinha feito isso tantas vezes em 1988 e 1989”, recordou.

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