Com pódio de Verstappen, Red Bull encosta de vez na Ferrari e acende sinal de alerta em Maranello

A Ferrari foi extremamente discreta em Silverstone e somou apenas 12 pontos no último domingo (10), contra nada menos que 30 da Red Bull. Assim, os taurinos se aproximaram de vez da escuderia italiana na luta pelo vice-campeonato, se colocando apenas seis pontos atrás na tabela do Mundial de Construtores

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A jornada bastante apagada da Ferrari no fim de semana do GP da Inglaterra não apenas a distanciou da toda-poderosa Mercedes, mas também a colocou sob intensa pressão da Red Bull. O time taurino, que vem acumulando bons resultados nas últimas etapas, somou nada menos do que 30 pontos em Silverstone no último domingo (10). Max Verstappen, que emendou o segundo lugar consecutivo graças à punição sofrida por Nico Rosberg, e Daniel Ricciardo, em quarto, se colocaram à frente de Kimi Räikkönen, em quinto, enquanto Sebastian Vettel foi apenas o nono. A Ferrari soma 204 pontos, contra 198 da Red Bull no Mundial de Construtores.
 
Vettel perdeu cinco posições no grid de largada em razão de outra punição por troca de câmbio. A corrida do tetracampeão foi bastante discreta, terminando em nono lugar depois de ter sido punido em razão de uma manobra diante de Felipe Massa, sendo considerado culpado por jogar o brasileiro para fora da pista. 

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Maurizio Arrivabene ainda pensa na Mercedes, mas é a Red Bull quem se aproxima da Ferrari (Foto: Getty Images)
Räikkönen não foi muito melhor. Prestigiado e premiado com a renovação do seu contrato até o fim do ano que vem, Kimi não passou de um quinto lugar depois de ter superado a Force India de Sergio ‘Checo’ Pérez.
 
Maurizio Arrivabene, chefe da Ferrari, tinha a consciência de que a jornada para a Ferrari seria complicada, mas lamentou os problemas em Silverstone. Além do câmbio de Vettel, o time de Maranello sofreu com a carga aerodinâmica, que acabou comprometendo o melhor acerto da SF16-H.

Vettel tentou não falar em preocupação com a Red Bull, mas quer saber o que fez a Ferrari ir tão mal em Silverstone. “Nós queremos vencer. Não ligo muito para quem está vindo atrás, por enquanto eles estão logo atrás. De fato, o GP da Inglaterra foi muito bom para eles e não tão bom para nós, mas esta é uma corrida singular neste ano, onde, em termos de ritmo de corrida, não conseguimos lutar com eles e batê-los. Estou muito confiante de que as coisas vão mudar de novo em duas semanas, mas isso não é desculpa. Nós tivemos um fim de semana ruim e temos de garantir que vamos resolver isso, avançar e entender o motivo de termos sofrido mais que os outros”, comentou o tetracampeão.

 
“Geralmente, todo mundo está melhorando. Nós estamos, outras pessoas estão, mas este fim de semana foi atípico para nós em termos de competitividade, não necessariamente um grande passo em frente dos outros. Foi uma corrida difícil para nós, mas não acho que precisamos virar o mundo de cabeça para baixo. Conhecemos bem o carro que temos e, se você analisar a performance em classificação, não foi ruim, ainda que não tenha sido o fim de semana mais competitivo para nós”, emendou.
 
Arrivabene seguiu a mesma linha adotada pelo seu piloto e, embora não evidencie grande preocupação com a Red Bull, se mostrou alerta aos últimos problemas ligados à confiabilidade. “Sabíamos que, vindo para cá, não seria uma pista fácil para nós, mas se você quer estar no topo, então não deve haver as ‘mais difíceis’. Este é um circuito em que, colocando a unidade de potência de lado, premia outros fatores que nos faltaram aqui. Não é a primeira vez que isso acontece, mas acabou sendo muito mais aparente neste fim de semana”, lamentou.
 
“Em tais condições, optamos por uma estratégia muito agressiva, colocando os pneus intermediários logo após o início do safety-car. Infelizmente, essa escolha acabou não correspondendo por conta do safety-car virtual, que acabou saindo imediatamente depois. Mas, para ser sincero, o melhor que poderíamos ter feito era ganhar uma posição na corrida”, disse, resignado, Arrivabene.
 

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“Nossos pilotos fizeram um trabalho sólido, apesar de terem sido prejudicados e um pouco frustrados com as questões técnicas que eles estão cientes. Agora temos de virar a página, olhar adiante para a Hungria e capitalizar com a dura lição que aprendemos aqui”, reconheceu Arrivabene, amparado por Vettel, que venceu em Hungaroring no ano passado.

“Acho que é uma pista completamente diferente, de condições diferentes. Mas há muitas coisas que precisamos aprender a partir deste fim de semana. Quebramos dois câmbios, um na sexta e outro no sábado no meu carro. Nos recuperamos na classificação, mas perdemos um pouquinho de rendimento na corrida com as condições que nós enfrentamos. Há muitas coisas que precisamos entender”, falou o alemão.

 
Apesar do notório avanço da Red Bull, a Ferrari não abandona o discurso de foco apenas na Mercedes. “Acho que o fato da melhora de rendimento da Red Bull é bom para a F1, mas nosso objetivo segue sendo a Mercedes. Nesta parte da temporada, não podemos nos desconcentrar e espero que possamos melhorar e não vamos nos dar por vencidos."

"É a terceira vez que temos problemas na caixa de câmbio e, se isso é algo que nos preocupa, devemos melhorar. Ainda não sabemos a natureza do problema, mas suspeito que é um problema do material usado. Seguiremos concentrados em 2016, apesar de uma pequena parte da equipe já pensar em 2017 e também 2018”, concluiu o chefe da Ferrari.

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