Consultor da Red Bull diz que “Verstappen está aterrorizado”, mas minimiza coronavírus

Helmut Marko voltou a minimizar os efeitos da Covid-19 mesmo diante da pandemia que paralisou o mundo neste começo de 2020. O dirigente austríaco também falou sobre Max Verstappen e sugeriu que “o melhor seria que ele se infectasse agora” para depois pensar no título da F1

COMO SE PREVENIR DO CORONAVÍRUS:
 

☞ Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.
☞ Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir.
☞ Evite aglomerações se estiver doente.
☞ Mantenha os ambientes bem ventilados.
☞ Não compartilhe objetos pessoais.

O novo coronavírus paralisou o mundo neste começo de 2020, já tem um total de 382.108 casos confirmados e 16.574 mortes, segundo os números oficiais. Mas há quem ainda insista em minimizar os efeitos devastadores da pandemia da Covid-19. Helmut Marko, consultor da Red Bull, voltou a desdenhar da doença que, dentre tantas consequências, gerou a paralisação da temporada da F1, que ainda não tem data certa para começar.
 
Aos 76 anos, Marko — que faz parte do grupo de pessoas com mais risco em caso de contágio — mora na Áustria, país que já registrou oficialmente 4.477 pessoas infectadas pelo coronavírus e 21 mortes. Em entrevista ao jornal local ‘Krone’, o dirigente revelou conversa que teve com Max Verstappen e chocou com uma recomendação.
Helmut Marko voltou a desdenhar dos efeitos do coronavírus (Foto: Reuters)
“Ele me disse, por telefone, que estava aterrorizado, com medo de se infectar. O melhor seria que ele se infectasse agora. Com 22 anos, não faz parte de nenhum grupo de risco, mas depois que o vírus passar, ele seria imune e poderia empreender seu caminho rumo ao título”, disse.
 
Marko, que foi uma das vozes mais críticas contra o cancelamento do GP da Austrália, minimizou novamente os efeitos do coronavírus. O austríaco já chegou a falar, em outra oportunidade, que enxerga o comportamento do mundo diante da enfermidade como “exagero”.
 
“O coronavírus não é mais perigoso do que a gripe. Temos de combater o medo dos políticos e não apoiá-los. Temos de pensar de forma positiva e entender que os GPs vão seguir adiante com normalidade”, comentou. “A maioria das pessoas morre por doenças que já existiam antes”, concluiu.

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