Ricciardo lembra de “quatro voltas boas” na Turquia e reconhece: “Sainz era mais rápido”

Pilotos largaram lado a lado na última fila do GP da Turquia, mas terminaram em posições bem diferentes: Sainz foi 8º, e Ricciardo 13º

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Daniel Ricciardo e Carlos Sainz passaram por situações parecidas antes da largada para o GP da Turquia, mas ambos tiveram desfechos bem diferentes ao final da etapa. Com trocas nos motores dos dois carros, os pilotos foram os últimos do grid de largada, com o espanhol largando em 19º e o australiano logo atrás, no 20º lugar. Após a bandeirada, o piloto da Ferrari fechou no 8º posto, enquanto o da McLaren não passou de uma 13ª colocação. Depois de encerrada a corrida, Ricciardo afirmou que seria impossível acompanhar o ritmo do rival.

“Estávamos lado a lado na primeira volta, acho que estávamos trocando posições”, explicou Ricciardo. “Mas sobre sua habilidade de escalar o pelotão, não foi como se ele largasse melhor e se colocasse em uma posição boa, é que ele era mais rápido e tinha mais aderência”, disse.

Na opinião do piloto australiano, o ritmo de corrida e a aderência de Sainz na pista do Istambul Park estavam em um nível que sua McLaren não conseguia alcançar.

“Vi alguns movimentos que ele fez, ele pilotou muito bem, não vou tirar isso dele, mas pode-se dizer que ele estava pilotando com confiança, e a aderência o estava ajudando. Simplesmente não tínhamos isso. Mesmo que eu subisse cinco posições na largada e ele não, ele ainda assim subiria até os pontos. Ele simplesmente era mais rápido”, falou.

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Daniel Ricciardo, da McLaren, não fez uma boa corrida no GP da Turquia e terminou em 13º lugar (Foto: McLaren)

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Ricciardo explicou que a dificuldade em encontrar aderência nas rodas da frente foi seu principal problema durante a corrida. O piloto afirmou que esperava melhorar de rendimento após o pit-stop, o que não aconteceu imediatamente, e disse se recordar de apenas “quatro voltas boas” nas 58 que definiram a corrida. Após a prova, o australiano foi observar as marcas em seus compostos, que de acordo com ele foram fundas e mostraram a alta degradação ocorrida durante a disputa.

“Assim que eu fiquei logo atrás de alguém, comecei a perder os pneus da frente. Então parei, achei que fôssemos ser mais rápidos com o ar limpo e pneus novos, mas não”, reconheceu. “Passamos por uma fase horrível e depois melhorou. E eu lembro de quatro voltas boas que me fizeram sentir confiança nos pneus, eu comecei a sorrir dentro do capacete, e aí piorou de novo. As últimas 10 voltas foram muito difíceis só com os de trás. Eu olhei no final, você podia ver as marcas, foram profundas”, encerrou.

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