Depois de chamar de “porcaria”, Ecclestone fala em segunda chance e diz que F1 deveria manter nova classificação

Chefão da F1, Bernie Ecclestone acha que o novo sistema de classificação, baseada na eliminação de um piloto a cada 90s, deveria ter uma segunda chance no Mundial. O dirigente entende que a decisão de mudar logo depois da primeira corrida não é sábia

Depois de chamar de "porcaria", Bernie Ecclestone saiu em defesa do novo formato de classificação da F1 e acredita que os fãs, os pilotos e as equipes deveriam dar uma segunda chance ao sistema antes de julgá-lo ou querer alterá-lo às pressas.
 
A definição do grid, que foi disputada em Melbourne no estilo eliminação, foi alvo de críticas severas de pilotos, equipes e dos próprios dirigentes, especialmente pela confusão provocada no Q3, que tirou a emoção da briga pela pole-position. Ainda na Austrália, a F1 decidiu voltar atrás e retomar o formato antigo. Agora, no entanto, a maior das categorias já pensa em misturar os dois sistemas.
O controverso Bernie Ecclestone em Interlagos (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Ecclestone, por sua vez, acha que a mudança, depois de apenas uma corrida, não uma decisão sábia, embora ele mesmo admita que o formato é confuso. "Eu fiquei confuso, principalmente porque era a primeira vez que estávamos usando esse sistema e não sabíamos ao certo o que iria acontecer, como o que acabou acontecendo com o Q3. Mas podemos melhorá-lo", afirmou o inglês ao jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport'.
 
"Se eu fosse dar uma opinião, eu diria: 'Vamos continuar com o formato da Austrália'. Eu sou um homem prudente e coisas novas precisam ser testadas. A nova classificação causou um pouco de choque, mas talvez possamos fazer algo para o bem deste formato", completou.
 
Ecclestone entende que o sistema novo pode ser, sim, emocionante e ajudar a ampliar a audiência da F1 na TV. "Eu sou um empreendedor e tenho de vender para os organizadores de corrida na F1. E se os fãs deixam de assistir, então terei menos dinheiro para dar às equipes. Por isso, eu tenho de encontrar a melhor solução, e com um piloto eliminado a cada 90s, acho que pode ser legal", encerrou.
 
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