Diretor alfineta Honda e diz que McLaren poderia ter vencido corridas em 2016 se contasse com “o melhor motor”

Diretor de corridas da McLaren e responsável pela equipe na F1, Éric Boullier entende que a Honda ainda oferece uma boa margem de melhora, mas fica claro em seu discurso uma ponta de insatisfação com a marca japonesa, fornecedora de motores da escuderia de Woking. Na visão do engenheiro aeronáutico francês, a McLaren poderia ter vencido se contasse com o melhor motor do grid, desenvolvido pela Mercedes

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2016 chega ao fim com Éric Boullier alimentando o sentimento de que foi uma temporada razoável, mas que poderia ter sido muito melhor para a McLaren. Perto do último ano, o primeiro da nova parceria com a Honda, o ano que está prestes a se encerrar foi bem mais positivo. Afinal, foram 76 pontos e o sexto lugar no Mundial de Construtores, enquanto a equipe de Woking somou apenas 27 em 2015, quando fechou apenas em nono lugar no campeonato.

 
Entretanto, Boullier, diretor de corridas da McLaren e responsável pela equipe na F1, entende que a McLaren poderia ter vencido corridas em 2016. O que faltou, no entendimento do engenheiro aeronáutico francês, foi uma potência maior entregue pela Honda. Na visão de Boullier, Jenson Button ou Fernando Alonso poderiam ter chegado ao topo do pódio se contassem com o motor Mercedes, o melhor do grid desde o início da nova ‘Era Turbo’, a partir de 2014.

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Éric Boullier ainda não está totalmente satisfeito com a performance da Honda (Foto: McLaren)
“Se tivéssemos o melhor motor neste ano, teríamos vencido corridas. Sabemos disso, os dados de velocidade do GPS nos dizem isso”, garantiu Boullier em entrevista veiculada pela revista britânica ‘Autosport’.
 
Apesar da insatisfação e até da alfinetada na Honda, o dirigente confia na evolução do trabalho em conjunto com os japoneses. 
 
“Há margem para melhora em todas as áreas com a Honda. Isso também diz respeito ao desenvolvimento do chassi. Tudo está conectado. Não dá para fazer um carro que tenha tanta resistência ao ar se não há uma entrega suficiente de potência porque assim você perde tempo. É preciso equilibrar tudo o tempo todo. Trabalhamos como uma só equipe com a Honda para alcançar o que nós queremos”, disse.
 
Boullier, no fim das contas, acredita que a Honda poderá evoluir, mas que ainda será difícil alcançar o patamar de excelência e performance alcançada pela Mercedes com sua unidade motriz.
 
“A diferença caiu. Mas para chegar onde a Mercedes está… não dá para simplesmente ‘copiar e colar’. Existe uma forma para chegar lá. Não dá para fazer em três ou seis meses, mas sim em anos. A Renault levou tempo para melhorar o motor e ainda não está lá no topo. Eles [Mercedes] começaram a desenvolver esse motor há seis anos”, lembrou.
 
Em 2017, a McLaren vai contar novamente com Alonso, no terceiro ano do seu contrato, e também com o jovem belga Stoffel Vandoorne, que vai substituir Jenson Button, aposentado da F1.
 
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